Drama
Corações Sujos
Está aí um ótimo exemplar do cinema brasileiro. Tecnicamente bom, com atores de alto calibre e uma história cativante. Tudo casa bem em Corações Sujos! Baseado no livro homônimo de Fernando Morais – também ótimo! -, o filme adapta a história de uma “batalha” entre imigrantes japoneses no Estado de São Paulo logo após o fim da Segunda Guerra Mundial. Um grupo de japoneses se nega a acreditar que o País tenha sido derrotado e se rendido ao término do
Argo
O vencedor da principal categoria do Oscar 2013 te deixa preso na poltrona, te faz roer as unhas e não permite que você pisque. Tenso do começo ao fim. Em 1979, os Estados Unidos deram asilo político ao aiatolá Khomeini. Todo o Irã ficou revoltado. Um grupo de estudantes ocupou a embaixada americana em Teerã e fez reféns os americanos que lá trabalhavam. Seis deles conseguiram escapar por uma passagem e pediram ajuda ao embaixador canadense. O grupo preso na
A Condenação
Hilary Swank tem se dedicado a histórias de superação. Em Escritores da Liberdade foi uma professora que ajuda os alunos. Em Amelia virou a primeira mulher a cruzar o oceano Atlântico em um avião. No célebre Menina de Ouro viveu Maggie Fitzgerald, que deseja se tornar boxeadora. Em Meninos Não Choram foi uma menina que se transforma em menino. Todos esses personagens são baseados em alguém real. Mas ela não para por aí e com histórias totalmente ficcionais também tem
Indomável Sonhadora
Numa comunidade pobre às margens de um rio no Estado da Louisianna, a garotinha Hushpuppy (Quvenzhané Wallis) vive com seu pai (Dwight Henry). A mãe sumiu há algum tempo e agora o pai encontra-se doente. Quando uma tempestade atinge a região e altera a ordem da vida, eles saem em busca de um jeito de retomá-la. Minhas expectativas estavam altíssimas antes de ver o filme. A garotinha de nome impronunciável é indicada ao Oscar; a sinopse me fez acreditar que iria
O Reencontro
Morgan Freeman é um dos meus atores favoritos. Tirando O Golpe, não há filme ruim do homem (pelo menos que eu tenha visto). É um dos mais injustiçados do Oscar, pois só foi premiado por Menina de Ouro, como Ator Coadjuvante – apesar de já ter recebido outras quatro indicações. De uns tempos para cá se especializou em papeis de idosos sábios. Em O Reencontro, seu mais novo filme, ele é assim. Mas também é ranzinza, ermitão e, até certo
Além da Liberdade
Aung San Suu Kyi ganhou holofotes no mundo ao receber o Prêmio Nobel da Paz, em 1991. Em seu lugar – ela já cumpria prisão domiciliar e estava inacessível a quase todos -, seus filhos e marido receberam a honraria, concedida devido aos esforços para democratização da Birmânia, sua terra natal. É a história desta mulher que Além da Liberdade traz às telas. Não só a dela, mas também a saga de seu marido, Michael Aris, um inglês inconformado que
Um Segredo Entre Nós
Um Segredo Entre Nós. Com este título, o espectador já parte achando que algo está escondido na família de Charles e Lisa Taylor, um casal que se suporta, no limite estreito da convivência. Sim, há um segredo. Na verdade, dois. Mas isso é no meu entendimento, pois o filme não crava o principal deles. O tempo passa… e nada. Não é o pior filme de todos os tempos, mas também está longe de empolgar, pois, digamos, não se decide. Charles
A Fonte das Mulheres
O francês Radu Mihaileanu dirigiu o ótimo O Concerto. Resolvi ver A Fonte das Mulheres por causa dele. Se no primeiro eu esperava um drama e assisti a uma comédia, com toques drmáticos, neste eu esperava algo leve e recebi um filme forte. O melhor é que o francês sempre agrada. Uma aldeia em algum país do Oriente Médio, com poucas dezenas de pessoas, passa por uma crise causada, principalmente, pela falta d’água. Esse passa a ser o menor problema
Quando Papai Saiu em Viagem de Negócios
Nos anos de 1960, na Iugoslávia, um pai de família desaparece. Para o filho pequeno é dito que ele viajou a negócios. Daí o título Quando Papai Saiu em Viagem de Negócios, já que todo o longa é narrado pelo menino. São os anos em que a Iugoslávia resiste ao dogmatismo Stalinista. E já se sabe que há algo errado nesta viagem. Premiado com a Palma de Ouro no Festival de Cannes e indicado ao Oscar e ao Globo de
360
Decisões que podem mudar um destino, não apenas de uma pessoa, mas dela e de gente próxima . 360, o mais recente filme de Fernando Meirelles, é sobre qual caminho percorrer, sobre qual lado escolher em determinado momento da vida. Definitivamente não é o melhor filme do brasileiro. Cidade de Deus e O Jardineiro Fiel são bem superiores. 360 peca até mesmo por falhas no roteiro, em forçadas de barra que não encaixam. Anthony Hopkins, Jude Law, Rachel Weisz, Ben

