Drama
Sentidos do Amor
Esqueça este título mela-cueca. Sentidos do Amor é um filmaço. A ideia não é original, com um toque de Ensaio Sobre a Cegueira (que virou um longa ótimo) e Melancolia (barbaridade de bom). Mas nem por isso deixa de ser diferente, arrebatador. Já deu para perceber que gosto de histórias sobre momentos apocalípticos, não? Adoro! E adorei este. O longa gira em torno de um chef de cozinha e uma epidemiologista que se encontram no início de uma epidemia global
A Festa Nunca Termina
Década de 1970, primeiro show dos Sex Pistols na cidade inglesa de Manchester. Umas 40 pessoas na platéia. Entre elas, Tony Wilson, um criativo apresentador de TV local. Ao perceber que algo importante acontecia naquele teatro – o despertar do punk para uma massa de jovens -, ele resolve apostar, e ganhar dinheiro: cria uma gravadora, a Factory Records, e uma casa de shows-balada, a Haçienda. Simplesmente, visionário. A história relatada no filme é real. Hoje, Wilson é considerado o
Aqui é o Meu Lugar
Qual é o seu lugar na vida? É o que pergunta e tenta responder “Aqui é o meu lugar”. Sean Penn “é” o filme. E isso é ótimo, pois ele quase sempre manda bem. Penn interpreta o cinquentão Cheyenne, ex-astro da música que passa por um (longo) período de ostracismo e vive de aplicações na bolsa de valores. O visual dele é uma mescla de Robert Smith, do The Cure, mas com a leseira atual de Ozzy Osbourne, do Black
A Cadela
Há alguns filmes com o sugestivo nome A Cadela. Um é de 1931, do diretor Jean Renoir Este é outro. É de 1972, do diretor Marco Ferreri. Sou fã desta década no cinema. Mas este filme não me convenceu. Catherine Deneuve e Marcelo Mastroianni protagonizam uma estranha história. Após uma briga, Liza (Catherine Deneuve) abandona seus amigos, desce de um veleiro e se abriga em uma ilha, onde moram Giorgio (Mastroianni), um artista de meia idade, e seu cachorro Melampo.
Jovens Adultos
Fase Charlize Theron. Dois filmes seguidos dela. Depois de Terra Fria, assisti a Jovens Adultos. Realmente a moça é talentosa. Neste, ela e Patton Oswald encantam. Curiosamente, Charlize tem escolhido filmes em que fica feia (sim, isso é possível). Neste, logo de cara está sem maquiagem, jogada às traças. É a escritora Mavis Gary, especializada em livros da tal categoria “Jovens Adultos”, um eufemismo para “Adolescentes”. Ela saiu de sua terra natal para vencer na cidade grande. Conseguiu, mas percebe
Terra Fria
Charlize Theron é linda, e por isso teve sua vida facilitada no mundo do cinema. Ou Charlize Theron é linda, e por isso teve de provar a todos que não é só um rosto bonito, que tem talento. Qual das duas opções é a correta? É difícil saber, mas pelos personagens que a sul-africana vem interpretando, desde Monster (que a lançou ao estrelato), fico com a segunda. Em Terra Fria ela vive este segundo caso, mas na pele de Josey
As Aventuras de Pi
Prepara-se para assistir às mais belas imagens que o cinema já produziu. Ok, pode ser exagero meu. Mas pode não ser. As Aventuras de Pi tem cenas de cair o queixo. O diretor Ang Lee conseguiu o melhor uso que a técnica de terceira dimensão oferece. São sensacionais as misturas entre céu e água, entre luz e escuridão, entre os animais e o humano Pi. Geralmente os filmes de 3D escolhem uma das duas opções: ou jogam objetos na cara
O Enviado
Dean O’Dwyer é um DJ em cadeira de rodas. Ele busca qualquer chance de cura. Ao ir a uma igreja, acorda com o poder de curar… todos, menos ele. O Enviado é dirigido e estrelado por Mark Ruffalo, que interpreta o padre que pretende ajudar o abençoado. Não é o melhor filme da história. Mas até que vale o ingresso. Também estão no elenco Orlando Bloom, Juliette Lewis e Laura Linney. O roteirista Christopher Thornton é também o protagonista, o
Escritores da Liberdade
Escritores da Liberdade é baseado em uma história real. Estrelado por Hilary Swank, conta a incursão da professora Erin Gruwell, cheia de ideais e sonhos, no sistema educacional. Em uma escola que ensaia uma nova forma de educação, misturando bons e maus alunos, ricos e pobres, ela tem de lidar com uma guerra de grupos: negros, brancos, asiáticos e latinos. Parece um filme de superação em grupo, com mestres e alunos se unindo. E é. Mas passa realmente a cativar
Cosmópolis
É por isso que gosto deste blog (há outros motivos, mas este é um deles): a crítica pseudo-inteligente elogiou este filme. Gosto é gosto e há muita gente inteligente que gostou. Mas em geral os críticos disseram que Cosmópolis é a “depuração do diretor David Cronenberg”, que é uma “crítica fiel ao século 21”, que “é um filme a ser compreendido aos poucos”. Bla, bla, bla. Parece que eu, um reles morta, não tenho inteligência suficiente para entender a obra.

