Drama
Aqui é o Meu Lugar
Qual é o seu lugar na vida? É o que pergunta e tenta responder “Aqui é o meu lugar”. Sean Penn “é” o filme. E isso é ótimo, pois ele quase sempre manda bem. Penn interpreta o cinquentão Cheyenne, ex-astro da música que passa por um (longo) período de ostracismo e vive de aplicações na bolsa de valores. O visual dele é uma mescla de Robert Smith, do The Cure, mas com a leseira atual de Ozzy Osbourne, do Black
A Cadela
Há alguns filmes com o sugestivo nome A Cadela. Um é de 1931, do diretor Jean Renoir Este é outro. É de 1972, do diretor Marco Ferreri. Sou fã desta década no cinema. Mas este filme não me convenceu. Catherine Deneuve e Marcelo Mastroianni protagonizam uma estranha história. Após uma briga, Liza (Catherine Deneuve) abandona seus amigos, desce de um veleiro e se abriga em uma ilha, onde moram Giorgio (Mastroianni), um artista de meia idade, e seu cachorro Melampo.
Jovens Adultos
Fase Charlize Theron. Dois filmes seguidos dela. Depois de Terra Fria, assisti a Jovens Adultos. Realmente a moça é talentosa. Neste, ela e Patton Oswald encantam. Curiosamente, Charlize tem escolhido filmes em que fica feia (sim, isso é possível). Neste, logo de cara está sem maquiagem, jogada às traças. É a escritora Mavis Gary, especializada em livros da tal categoria “Jovens Adultos”, um eufemismo para “Adolescentes”. Ela saiu de sua terra natal para vencer na cidade grande. Conseguiu, mas percebe
Terra Fria
Charlize Theron é linda, e por isso teve sua vida facilitada no mundo do cinema. Ou Charlize Theron é linda, e por isso teve de provar a todos que não é só um rosto bonito, que tem talento. Qual das duas opções é a correta? É difícil saber, mas pelos personagens que a sul-africana vem interpretando, desde Monster (que a lançou ao estrelato), fico com a segunda. Em Terra Fria ela vive este segundo caso, mas na pele de Josey
As Aventuras de Pi
Prepara-se para assistir às mais belas imagens que o cinema já produziu. Ok, pode ser exagero meu. Mas pode não ser. As Aventuras de Pi tem cenas de cair o queixo. O diretor Ang Lee conseguiu o melhor uso que a técnica de terceira dimensão oferece. São sensacionais as misturas entre céu e água, entre luz e escuridão, entre os animais e o humano Pi. Geralmente os filmes de 3D escolhem uma das duas opções: ou jogam objetos na cara
O Enviado
Dean O’Dwyer é um DJ em cadeira de rodas. Ele busca qualquer chance de cura. Ao ir a uma igreja, acorda com o poder de curar… todos, menos ele. O Enviado é dirigido e estrelado por Mark Ruffalo, que interpreta o padre que pretende ajudar o abençoado. Não é o melhor filme da história. Mas até que vale o ingresso. Também estão no elenco Orlando Bloom, Juliette Lewis e Laura Linney. O roteirista Christopher Thornton é também o protagonista, o
Escritores da Liberdade
Escritores da Liberdade é baseado em uma história real. Estrelado por Hilary Swank, conta a incursão da professora Erin Gruwell, cheia de ideais e sonhos, no sistema educacional. Em uma escola que ensaia uma nova forma de educação, misturando bons e maus alunos, ricos e pobres, ela tem de lidar com uma guerra de grupos: negros, brancos, asiáticos e latinos. Parece um filme de superação em grupo, com mestres e alunos se unindo. E é. Mas passa realmente a cativar
Cosmópolis
É por isso que gosto deste blog (há outros motivos, mas este é um deles): a crítica pseudo-inteligente elogiou este filme. Gosto é gosto e há muita gente inteligente que gostou. Mas em geral os críticos disseram que Cosmópolis é a “depuração do diretor David Cronenberg”, que é uma “crítica fiel ao século 21”, que “é um filme a ser compreendido aos poucos”. Bla, bla, bla. Parece que eu, um reles morta, não tenho inteligência suficiente para entender a obra.
Reis e Ratos
Um elenco estelar não é garantia de um grande filme. Espécie de Onze Homens e Um Segredo brasileiro, Reis e Ratos conseguiu juntar Selton Mello, Rodrigo Santoro, Seu Jorge, Cauã Reymond e Otávio Muller. Mas, aí está o problema, pecou no roteiro. É o típico filme que precisa de explicação, precisa de leitura prévia da sinopse. E assim já perde a graça. Graça, aliás, não é a melhor palavra. Reis e Ratos não é para ser engraçado. Escrito e dirigido
Para Sempre
Para Sempre faturou US$ 120 milhões nos Estados Unidos. O principal motivo para tanto dinheiro está em sua capacidade de sensibilizar a plateia. É um romance ao estilo Nicholas Sparks, que ultimamente chegou ao cinema com Querido John, A Última Música e Diário de Uma Paixão. Mas não é do escritor – é, sim, baseado em uma história real de Kim e Krickitt Carpenter. O ponto de partida da trama é muito bom: um casal sofre um acidente e a

