Drama
As Aventuras de Pi
Prepara-se para assistir às mais belas imagens que o cinema já produziu. Ok, pode ser exagero meu. Mas pode não ser. As Aventuras de Pi tem cenas de cair o queixo. O diretor Ang Lee conseguiu o melhor uso que a técnica de terceira dimensão oferece. São sensacionais as misturas entre céu e água, entre luz e escuridão, entre os animais e o humano Pi. Geralmente os filmes de 3D escolhem uma das duas opções: ou jogam objetos na cara
O Enviado
Dean O’Dwyer é um DJ em cadeira de rodas. Ele busca qualquer chance de cura. Ao ir a uma igreja, acorda com o poder de curar… todos, menos ele. O Enviado é dirigido e estrelado por Mark Ruffalo, que interpreta o padre que pretende ajudar o abençoado. Não é o melhor filme da história. Mas até que vale o ingresso. Também estão no elenco Orlando Bloom, Juliette Lewis e Laura Linney. O roteirista Christopher Thornton é também o protagonista, o
Escritores da Liberdade
Escritores da Liberdade é baseado em uma história real. Estrelado por Hilary Swank, conta a incursão da professora Erin Gruwell, cheia de ideais e sonhos, no sistema educacional. Em uma escola que ensaia uma nova forma de educação, misturando bons e maus alunos, ricos e pobres, ela tem de lidar com uma guerra de grupos: negros, brancos, asiáticos e latinos. Parece um filme de superação em grupo, com mestres e alunos se unindo. E é. Mas passa realmente a cativar
Cosmópolis
É por isso que gosto deste blog (há outros motivos, mas este é um deles): a crítica pseudo-inteligente elogiou este filme. Gosto é gosto e há muita gente inteligente que gostou. Mas em geral os críticos disseram que Cosmópolis é a “depuração do diretor David Cronenberg”, que é uma “crítica fiel ao século 21”, que “é um filme a ser compreendido aos poucos”. Bla, bla, bla. Parece que eu, um reles morta, não tenho inteligência suficiente para entender a obra.
Reis e Ratos
Um elenco estelar não é garantia de um grande filme. Espécie de Onze Homens e Um Segredo brasileiro, Reis e Ratos conseguiu juntar Selton Mello, Rodrigo Santoro, Seu Jorge, Cauã Reymond e Otávio Muller. Mas, aí está o problema, pecou no roteiro. É o típico filme que precisa de explicação, precisa de leitura prévia da sinopse. E assim já perde a graça. Graça, aliás, não é a melhor palavra. Reis e Ratos não é para ser engraçado. Escrito e dirigido
Para Sempre
Para Sempre faturou US$ 120 milhões nos Estados Unidos. O principal motivo para tanto dinheiro está em sua capacidade de sensibilizar a plateia. É um romance ao estilo Nicholas Sparks, que ultimamente chegou ao cinema com Querido John, A Última Música e Diário de Uma Paixão. Mas não é do escritor – é, sim, baseado em uma história real de Kim e Krickitt Carpenter. O ponto de partida da trama é muito bom: um casal sofre um acidente e a
O Impossível
Desculpe, mas tenho de começar com um trocadilho. É impossível achar este filme ruim. O Impossível pode até não ser considerado ótimo por alguém, o que eu duvido, mas “ruim” é uma classificação inexistente para este longa. Ao contrário! A história não é nova. Já esteve em parte de Além da Vida, com efeitos visuais de tirar o fôlego, quase que literalmente. Mas Além da Vida começa com o tsunami na Tailândia em 2004 e parte para três histórias interligadas,
Grande Demais para Quebrar
Economia é um tema difícil para a maioria dos mortais. Depois da crise de 2008, o cinema dos Estados Unidos investiu na área, retratando passagens do maior pesadelo financeiro desde 1929. Todos têm traduzido bem o “economês”. Holywood fez um filmaço com A Grande Virada. Margin-Call – O Dia Antes do Fim também é ótimo. Já o documentário Trabalho Interno é meia-boca. E Capitalismo – Uma História de Amor é muito fraco. Ou seja, erros e acertos têm pontuado o
Pronto para Recomeçar
Filme com o Will Ferrell. “Hummmmm. Sei não”, logo pensei. Se eu soubesse que Pronto para Recomeçar era com ele, não teria assistido. E teria errado feio! Não é que o comediante dos filmes ruins acertou em cheio? Como Jim Carrey, ele está ótimo ao cruzar a fronteira e investir no drama. Ferrell vive Nick Halsey, então vice-presidente de vendas de uma grande empresa. Um funcionário bem mais jovem expõe uma lista de falhas cometidas e o demite, para logo
O Porto
Indicado à Palma de Ouro no Festival de Cannes de 2011, O Porto levou o prêmio para o diretor finlandês Aki Kaurismäki. Coprodução França/Alemanha/Finlândia, conta uma história simples, que cativa aos poucos. O idoso Marcel vive como engraxate e mora com sua amada Arletty e a cadela Laika numa modesta casa, situada na região portuária da Normandia, na França. Sua rotina muda por completo quando um container repleto de imigrantes do Gabão, cujo destino era Londres (na outra margem do

