Drama
Onde o Amor Está!
Não estou em uma fase de bons filmes. “Onde o Amor Está!” tem Gwyneth Paltrow como protagonista. Ok, ela é bacana, tem talento. Mas entre atuar e cantar, devia escolher a primeira opção. E não misturá-las de jeito algum! Em “Onde o Amor Está!”, combinando com minha atual época cinematográfica, fica claro que ela decidiu aparecer para o mundo da música (de novo, depois de Duets – Vem Cantar Comigo). Não consegui contar, mas há umas 20 músicas em todo
Aproximação
De agora em diante está decidido. Juliette Binoche é chata. Desculpem os fãs da estrela francesa, mas eu tentei. Assisti a Cachê, e adorei. Também vi Anti-Heróis, no qual participa pouco. É bom. Alice e Martin, fraco! Cópia Fiel, horroroso. E, agora, Aproximação. Muito ruim. Ok, não vi Morro dos Ventos Uivantes, A Insustentável Leveza do Ser, a trilogia azul, vermelha e branca, nem Chocolate e O Paciente Inglês. Posso, assim, ter perdido os melhores dela. Mas todos estes são
Trabalho Sujo
Amy Adams e Emily Blunt interpretam duas irmãs que estão mal na vida. Rose Lorkowski (Amy) é trabalhadora, mas não consegue mais sustentar o filho como faxineira. Norah não gosta de pegar no batente e ainda mora com o pai. As duas decidem entrar em um novo negócio: limpar locais onde pessoas morreram. O filme é bom, mas peca pela atuação de Amy Adams (A Jovem Rainha Vitória e O Lobisomem). Ela faz as mesmas caras que fez em Encantada,
A Árvore da Vida
Já vou direto ao ponto: odiei A Árvore da Vida. Quem não viu o filme, acredite – e confira os argumentos. Quem já viu, e ameaça agora parar de ler este texto pensando que nada entendi da obra, insista um pouco, e tenha certeza: percebi todos os sinais religiosos, compreendi as metáforas, achei as imagens lindas e até gostei das atuações. Mas, peneirando toda a pretensão do diretor Terrence Malick, sobra nada de bom. Trata-se de um filme grandioso, em
Ventos da Liberdade (Cinema Irlandês)
O excelente ‘Ventos da Liberdade’ foi o grande campeão de Cannes em 2006. Com grande atuação de Cillian Murphy, o filme reproduz a motivação e o empenho da população dos condados irlandeses durante a revolução de 1920 que resultou no início do processo de democratização do país. É um filme épico, triste, duro. O diretor esquerdista inglês Ken Loach dá voz aos revolucionários e expõe visceralmente os seus dilemas, sacrifícios, pesadelos… até o final arrebatador… emudecedor. O filme conta a
O Retrato Dorian Gray
Colin Firth, de novo. Está certo que o homem é um baita ator. Mas neste O Retrato de Dorian Gray, que assisti mais uma vez por causa dele, o filme não ajuda. Dorian Gray (Ben Barnes) é um belo e ingênuo jovem, levado à alta sociedade de Londres por Henry Wotton (Firth), que lhe apresenta os prazeres da cidade. Basil Hallward (Ben Chaplin), artista amigo dos dois, resolve pintar um retrato de Dorian. Ao ver o quadro, Dorian aceita um
Loup – Uma Amizade para Sempre
Quem gosta de filmes com animais vai se deliciar. Se aprecia cachorros, então, se prepare. Não sou desta turma. Mas vi o trailer de Loup – Uma Amizade para Sempre e me interessei. Pensei que assistiria a algo como Sempre ao Seu Lado, com Richard Gere, que, incrível, gostei. Mas errei. É bem diferente, é pior. Francês, o filme se passa na Sibéria, onde todos falam… francês. Estranho, mas tudo bem, pois quando os filmes holywoodianos colocam o inglês em
Longe Dela
Eita filme bom! Prepare-se para enfrentar a velhice, para encarar o Mal de Alzheimer. Neste Longe Dela há um relato impressionante desta doença, mas com ternura e leveza. Grant (Gordon Pinsent) e Fiona (Julie Christie) formam um casal feliz, que tem a vida abalada quando ela começa perder a memória. Logo vem a confirmação: Fiona está com Alzheimer. Passado um tempo, ela aceita a doença e se interna em uma clínica. Uma das regras do local é que os pacientes
O Mágico Inesquecível
A maior participação de Michael Jackson no cinema – pelo menos até This Is It, após sua morte. E, interessante, em 1978, antes de ele estourar na carreira musical solo. Mais interessante: com Quincy Jones, o produtor que depois o levaria ao estrelato, assinando a trilha sonora. E ainda com Diana Ross protagonizando, Sidney Lumet (Uma Estranha Entre Nós, Um Dia de Cão, Rede de Intrigas etc) na direção e Joel Schumacher (Número 23, 8 mm e Batman Eternamente, Os
A Invenção de Hugo Cabret
Perdoem-me se fizer desta uma resenha muito pessoal. Mas não vejo outra maneira de escrever sobre ‘Hugo’. Hoje, no cinema, Martin Scorsese me tirou para dançar. E me conduziu a entrar, junto com ele, no extraordinário sonho do cinema. Hugo é um órfão que vive em uma estação de trem em Paris e se recusa a parar de sonhar. Lá conhece um homem, dono de uma loja de brinquedos, que se recusa a continuar sonhando. Seus diferentes mundos se cruzam

