Drama
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Este moço chamado Joseph Gordon-Levitt é muito bom ator. Para quem lembra da série 3rd Rock From the Sun, ele é o alienígena mais novo, Tommy Solomon. Mas isso foi láááá atrás, quando ainda estava restrito à televisão. De lá para cá já teve destaque em A Origem, ao lado de Leonardo Di Caprio, em Dez Coisas Que Eu Odeio em Você, em Matadores de Aluguel e em G.I. Joe – A Origem de Cobra, entre tantos outros. Se você
Skinheads – A Força Branca
O ano é 1992. O gladiador Russell Crowe, desconhecido do mundo. Ao lado de atores iniciantes, ele participa de um filme polêmico, sobre neonazistas: Skinheads – A Força Branca. Interessante, não? Sim! Crowe é Hando, o líder dos Nazi-Skins, uma gangue racista que declara guerra contra os imigrantes asiáticos. Seu ódio explode em ataques violentos contra a comunidade vietnamita do local. Mas quando suas vítimas contra-atacam, sua gangue se dissolve e ele foge, com Davey (Daniel Pollock), seu melhor amigo,
Poesia
Melhor roteiro no Festival de Cannes de 2010. Prêmio que o diretor Lee Chang-dong não esperava, segundo suas entrevistas. Ele disse que aguardava o de Melhor Atriz, para Yoon Hee-jeong, protagonista de Poesia. O homem estava certo. Sul-coreano, Poesia tem um bom roteiro, que cativa. Mas está longe de ser ótimo, como se espera de um vencedor em Cannes. É um tanto longo e cansativo, com muitos dos 139 minutos arrastados. Tem cenas desnecessárias. Filme oriental tem outro ritmo? Até
A Missão do Gerente de Recursos Humanos
A história tem um toque de realismo fantástico. Em A Missão do Gerente de Recursos Humanos, o tal responsável pelo setor na maior padaria de Jerusalém precisa acompanhar o enterro de uma funcionária. A tarefa não é fácil. O corpo dela vai a outro país, a Romênia. A missão surge porque a imprensa acusa a panificadora de omissão, de falta de compaixão. E lá vai o homem com o caixão, em uma viagem que até lembra as peripécias familiares em
Precisamos Falar Sobre o Kevin
Um filme para pensar, debater, propor teorias, raciocinar… Precisamos Falar Sobre o Kevin é um baita filme. Na tela, surge a maldade pura, e discute-se se ela realmente existe, se é possível haver o mal desde o sopro inicial de vida. Na primeira cena, impactante, percebe-se que algo dará errado. Eva (Tilda Swinton, em atuação digna de Oscar) está na Tomatina, aquela festa espanhola, em Valência, regada a tomates. O vermelho, cor do sangue, toma a tela. É a cor
The Artist / O Artista
The Artist é o melhor filme do ano, não importa o que a Academia decida no Oscar. Um filme que já nasce clássico. Há muitos anos não me divertia tanto no cinema. Ao final na sessão fiquei torcendo internamente para que as pessoas começassem a aplaudir. Porque a minha vontade era de bater palmas, gritar, assobiar… É sem sombra de dúvidas o melhor filme que eu vi nos últimos tempos. E a homenagem definitiva aos primórdios do cinema. O filme
Onde o Amor Está!
Não estou em uma fase de bons filmes. “Onde o Amor Está!” tem Gwyneth Paltrow como protagonista. Ok, ela é bacana, tem talento. Mas entre atuar e cantar, devia escolher a primeira opção. E não misturá-las de jeito algum! Em “Onde o Amor Está!”, combinando com minha atual época cinematográfica, fica claro que ela decidiu aparecer para o mundo da música (de novo, depois de Duets – Vem Cantar Comigo). Não consegui contar, mas há umas 20 músicas em todo
Aproximação
De agora em diante está decidido. Juliette Binoche é chata. Desculpem os fãs da estrela francesa, mas eu tentei. Assisti a Cachê, e adorei. Também vi Anti-Heróis, no qual participa pouco. É bom. Alice e Martin, fraco! Cópia Fiel, horroroso. E, agora, Aproximação. Muito ruim. Ok, não vi Morro dos Ventos Uivantes, A Insustentável Leveza do Ser, a trilogia azul, vermelha e branca, nem Chocolate e O Paciente Inglês. Posso, assim, ter perdido os melhores dela. Mas todos estes são
Trabalho Sujo
Amy Adams e Emily Blunt interpretam duas irmãs que estão mal na vida. Rose Lorkowski (Amy) é trabalhadora, mas não consegue mais sustentar o filho como faxineira. Norah não gosta de pegar no batente e ainda mora com o pai. As duas decidem entrar em um novo negócio: limpar locais onde pessoas morreram. O filme é bom, mas peca pela atuação de Amy Adams (A Jovem Rainha Vitória e O Lobisomem). Ela faz as mesmas caras que fez em Encantada,
A Árvore da Vida
Já vou direto ao ponto: odiei A Árvore da Vida. Quem não viu o filme, acredite – e confira os argumentos. Quem já viu, e ameaça agora parar de ler este texto pensando que nada entendi da obra, insista um pouco, e tenha certeza: percebi todos os sinais religiosos, compreendi as metáforas, achei as imagens lindas e até gostei das atuações. Mas, peneirando toda a pretensão do diretor Terrence Malick, sobra nada de bom. Trata-se de um filme grandioso, em

