Drama
Unidos pelo Sangue
Três continentes, três histórias diferentes, três pessoas enfrentando a Aids, se entrelaçando com a vida dos portadores da doença. Unidos pelo Sangue é um ótimo filme, corajoso, especialmente por contar três enredos diferentes do comum ao abordar o drama mundial, que ultimamente, de maneira errônea, parece ter desaparecido do temor coletivo. Por que o mundo não se une contra a doença? Esta é a pergunta que fica com a obra. Em uma região rural pobre da China, Jin Ping viaja
No Mundo da Lua
Não, Lucas Silva e Silva não está de volta em um longa-metragem. Neste filme quem domina é Reese Whiterspoon numa fase pré-adolescente. Ela é Dani Trant e vive com sua família em uma fazenda. Dani é do tipo moleque, que detesta colocar saias. Mas começa a mudar quando o garoto Court Foster (Jason London) se muda para a vizinhança. Ao mesmo tempo em que viram amigos e ele desperta o amor na garota, a irmã dela, Maureen (Emily Warfield), começa
Cópia Fiel
Que balela esse Cópia Fiel. Sim, intelectuais, eu entendi o filme. Mas achei uma pataquada sem tamanho. Abbas Kiarostami é o diretor e roteirista. O iraniano virou grife em 1997, com Gosto de Cereja, o filme que transformou o cinema de seu país em moda. É sua primeira obra fora de casa. Desculpe quem gostou, mas… que desgraça. Li por aí que Kiarostami conseguiu escapar de fazer “um desses ‘produtos globais’, sem cheiro e nem cor”. Ah, dá licença! É
Você Não Conhece Jack
Sim, você conhece Jack. Mas, não, você não conhece DIREITO Jack. Ele é o personagem principal deste ótimo filme – Você Não Conhece Jack. É Jack Kevorkian, o chamado Doutor Morte, o médico que ficou famoso ao defender a eutanásia e ajudar mais de 130 pacientes a cometer suicídio. “Ajudar” é a palavra certa no caso dele. Ele morreu há menos de 1 mês, aos 83 anos. Chegou a auxiliar nas filmagens do filme – e está nos extras do
Alice e Martin
Um filme francês na Sessão da Tarde. Só assim este Alice e Martin vale. Martin (Alexis Loret) se muda para Paris, onde conhece uma amiga de seu meio-irmão, a violinista Alice (Juliette Binoche). Apesar da loucura de ambos, eles se apaixonam. E passam a se isolar do mundo. Até que… Não espere surpresa. Não vou contar para não estragar o pouco de bom que há no filme, mas com uma pequena atenção percebemos o que tanto atormenta Martin. Está na
Banquete do Amor
Morgan Freeman faz filme ruim? Duvido. Não lembro de qualquer filme ruim com este “monstro”, no bom sentido, do cinema. Em Banquete do Amor, mais uma vez ele vai bem. Bem? Vai muito bem! O filme é bacana. Não é romance, como o nome pode dar a entender (também nada tem sobre comida ou algum banquete). Na tela, desfilam o amor não correspondido, o amor homossexual, o amor de pai e de mãe, o amor à primeira vista, o amor
Incendiário
Este, sim, é um ótimo filme. Incendiário é cheio de surpresas, reviravoltas e interpretações de categoria. É… original. Michelle Williams, Ewan McGregor e Matthew Macfadyen (este, o menos conhecido, fez o padre em Os Pilares da Terra 1, 2, 3 e 4 – clique nos diferentes links). O trio manda muito bem. Ela interpreta um jovem mulher (sem nome revelado) que faz tudo pelo filho de 4 anos, mas não se dá bem com o marido. De repente, uma tragédia
A Última Música
Como o Greg Kinnear topou fazer essa pataquada? Deve ser pelo autor do livro homônimo que originou o filme, A Última Música. É de Nicholas Sparks, que vende toneladas de livros e também escreveu as linhas que originaram Querido John (o homem sempre inclui uma praia, um difícil amor e uma tragédia). Jamais li algo seu, mas os filmes são muito fracos. Esse ainda tem um defeito a mais: é protagonizado pela péssima Miley Cyrus. Vamos à história. “Ronnie” Miller
Não Estou Lá
Gosto do Bob Dylan. Não sou seu maior fã , mas respeito sua importância para a música mundial. Agora, que o filme Não Estou Lá, sobre a vida dele, é uma chatice, ah, isso é. Está na cara que o filme é feito de fãs para fã. Mas o receptor não pode ser aquele fã normal, que conhece as músicas e até sabe fatos da vida do idolatrado. Não. Para entender este filme é preciso saber a fundo sobre a
Não Me Abandone Jamais
Baseado no best-seller de Kazuo Ishiguro, Não me Abandone Jamais é um belo drama. Belo esteticamente, com suas cenas sempre em tons pastéis. Mas também belo no conteúdo, utilizando a ficção científica de uma maneira pouco rotineira… aliás, muito rotineira, na rotina do dia a dia de seus personagens. Explico: Kathy (Carey Mulligan, ótima, como em Educação), Tommy (Andrew Garfield, de O Mundo Imaginário do Doutor Parnassus e o brasileiro de A Rede Social) e Ruth (Keira Knightley, de Simplesmente

