Drama
Alice e Martin
Um filme francês na Sessão da Tarde. Só assim este Alice e Martin vale. Martin (Alexis Loret) se muda para Paris, onde conhece uma amiga de seu meio-irmão, a violinista Alice (Juliette Binoche). Apesar da loucura de ambos, eles se apaixonam. E passam a se isolar do mundo. Até que… Não espere surpresa. Não vou contar para não estragar o pouco de bom que há no filme, mas com uma pequena atenção percebemos o que tanto atormenta Martin. Está na
Banquete do Amor
Morgan Freeman faz filme ruim? Duvido. Não lembro de qualquer filme ruim com este “monstro”, no bom sentido, do cinema. Em Banquete do Amor, mais uma vez ele vai bem. Bem? Vai muito bem! O filme é bacana. Não é romance, como o nome pode dar a entender (também nada tem sobre comida ou algum banquete). Na tela, desfilam o amor não correspondido, o amor homossexual, o amor de pai e de mãe, o amor à primeira vista, o amor
Incendiário
Este, sim, é um ótimo filme. Incendiário é cheio de surpresas, reviravoltas e interpretações de categoria. É… original. Michelle Williams, Ewan McGregor e Matthew Macfadyen (este, o menos conhecido, fez o padre em Os Pilares da Terra 1, 2, 3 e 4 – clique nos diferentes links). O trio manda muito bem. Ela interpreta um jovem mulher (sem nome revelado) que faz tudo pelo filho de 4 anos, mas não se dá bem com o marido. De repente, uma tragédia
A Última Música
Como o Greg Kinnear topou fazer essa pataquada? Deve ser pelo autor do livro homônimo que originou o filme, A Última Música. É de Nicholas Sparks, que vende toneladas de livros e também escreveu as linhas que originaram Querido John (o homem sempre inclui uma praia, um difícil amor e uma tragédia). Jamais li algo seu, mas os filmes são muito fracos. Esse ainda tem um defeito a mais: é protagonizado pela péssima Miley Cyrus. Vamos à história. “Ronnie” Miller
Não Estou Lá
Gosto do Bob Dylan. Não sou seu maior fã , mas respeito sua importância para a música mundial. Agora, que o filme Não Estou Lá, sobre a vida dele, é uma chatice, ah, isso é. Está na cara que o filme é feito de fãs para fã. Mas o receptor não pode ser aquele fã normal, que conhece as músicas e até sabe fatos da vida do idolatrado. Não. Para entender este filme é preciso saber a fundo sobre a
Não Me Abandone Jamais
Baseado no best-seller de Kazuo Ishiguro, Não me Abandone Jamais é um belo drama. Belo esteticamente, com suas cenas sempre em tons pastéis. Mas também belo no conteúdo, utilizando a ficção científica de uma maneira pouco rotineira… aliás, muito rotineira, na rotina do dia a dia de seus personagens. Explico: Kathy (Carey Mulligan, ótima, como em Educação), Tommy (Andrew Garfield, de O Mundo Imaginário do Doutor Parnassus e o brasileiro de A Rede Social) e Ruth (Keira Knightley, de Simplesmente
As Coisas Simples da Vida
Taiwan, 173 minutos. Duas características que dão medo a muita gente que gosta de filmes, incluindo eu. Mas fui firme e vi As Coisas Simples da Vida. E não é que me dei bem? Verdade, o filme taiwanês é longo demais. Mas é também bom. Característica do cinema asiático, conta um drama do cotidiano, faz refletir. NJ Jian mora com a esposa, os dois filhos e a sogra já idosa, formando uma típica família de classe média. Mas de uma
A Minha Versão do Amor
Pare tudo e vá ver! A Minha Versão do Amor é daqueles filmes para guardar na prateleira e assistir de tempos em tempos. Li um monte de críticas, quase todas negativas. Mas fazer o que? Eu adorei! É o ápice da carreira de Paul Giamatti, que encontra em Dustin Hoffman o parceiro ideal. Juntos, levam este drama para o nível mais elevado do cinema mundial. Adaptação para a telona do livro Barney’s Version (1997), do canadense Mordechai Richler (dizem que
Brilho de Uma Paixão
Em 1819 o poeta John Keats inicia um romance com Fanny Brawne. Mas ele não tem dinheiro para bancar o casamento. O amor é recíproco, mas a dificuldade, enorme. Brilho de Uma Paixão é mais um filme sobre o amor impossível ambientado no passado britânico. É baseado na real história dos dois, pelo ponto de vista de Fanny, e tinha tudo para render uma boa obra. Mas é fraco. Muito atrás de outros do mesmo estilo, por exemplo, Orgulho e
VIPs
Como o capitão Wagner Moura (ou coronel, em Tropa de Elite 2) é ótimo ator! É impressionante! Acabo de assistir a VIPs, que conta a história daquele mentiroso que fingiu ser até filho do dono da empresa aérea Gol, famoso por enganar o apresentador de televisão Amaury Junior e aparecer na Ilha de Caras (e na revista). Moura engrandece o filme de tal maneira que o torna muito bom. Ok, o mérito não é só dele. A direção, o roteiro

