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Um Barco para a Índia

Outro dia escrevi aqui sobre Porto, o quinto filme do diretor sueco Ingmar Bergman. É ruim. Aí em seguida vi O Sétimo Selo, tido como sua grande obra. É melhor, médio. Como de um para o outro a avaliação avançou, resolvi tentar Um Barco para a Índia. Barbaridade. É o pior dos três! Terceiro de Bergman, de 1947, este conta a vida de Johannes, que se apaixona por Sally, amante de seu pai, Alexander. Começa um triângulo amoroso. E a

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West Side Story

Me recuso a usar os títulos em português que vi por aí como Amor, Sublime Amor ou Amor Sem Barreiras. É West Side Story e pronto.   Ao contrário do que eu imaginava, a peça da Broadway que originou o filme e não o oposto. Ambas são adaptações livres de Romeu e Julieta, de Shakespeare.   Não sou fã de musicais, mas com a tecla FF dá para assistir tranquilo. Ele figura na lista dos 25 maiores filmes de todos

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Milagre em Milão

Outro dia escrevi aqui que há clássicos do cinema que já estão ultrapassados. Mas hoje escrevo sobre o outro lado desta história. Há os clássicos que são eternos. Um deles é Milagre em Milão. Que filme bacana! Simples e, ao mesmo tempo, revolucionário. E melhor: daqueles que fazem a gente refletir. “Era uma vez… ”: a frase com que o diretor Vittorio De Sica abre o filme torna evidente seu propósito de exacerbar para a fábula a história de Totó,

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Uma Vida Nova

Preconceito e superação. Estes dois temas são a base de Uma Vida Nova, título falho em português para o original Bui Doi (em inglês ficou o ufanista The Beautiful Cuntry). Falho porque já no título os responsáveis por este bom filme mostraram como ele viria. Bui Doi é a maneira como os habitantes do Vietnã chamam os filhos de militares norte-americanos e nativos: “menos que o pó”. O introvertido jovem Binh é um deles. Passou a vida humilhado e sabendo

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Baixio das Bestas

Magistral, ácido, doloroso, implacável, carnal, espantoso, Laranja Mecânica brasileiro… todas estas características pontuam resenhas sobre Baixio das Bestas. Balela! Besteira de quem quer tapar o sol com a peneira ou é ufanista. Este filme é ruim! Sim, é ruim para mais de metro. Um típico filme brasileiro dos anos 1980, e isso é péssimo, mas com um agravante: é de 2007! Baixio das Bestas conta – ou tenta contar! – a história de Auxiliadora, uma jovem de 16 anos explorada

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5 x Favela, Agora por Nós Mesmos

Por Vanderlei França (enviado especial ao cinema) Já li aqui no blog uma discussão sobre cinema nacional e favelas. A conversa dizia que todos os nossos grandes (para alguns nem tanto) filmes seriam sobre a vida embaixo ou em torno dos barracos. Penso que é uma avaliação errada. Temos uma lista absurda de ótimas películas nacionais que passam longe disso. Citaria o sensível e emocionante “Ano em que Meus Pais Saíram de Férias”, o provocador “Cheiro do Ralo”, o impressionante

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A Caixa

No final do século 18, a escritora Ann Radcliffe definiu da melhor maneira a diferença entre terror e horror: “este último se faz acompanhar de um sentimento de obscura incerteza em relação ao mal que tanto teme”. É a sensação da dúvida que o horror carrega – o que não acontece no terror, sentimento de repulsa a algo assustador. O preâmbulo é para descrever o sentimento ao assistir A Caixa. É tipicamente um filme de horror, longe de ser um

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O Sétimo Selo

O filme é aclamado, obra de um mito do cinema, Ingmar Bergman. Mas para por aí. O Sétimo Selo, vencedor do Prêmio Especial do Júri em Cannes, pode até ter sido revolucionário em sua época, em 1957, mas hoje em dia é superficial. Antonius Block retorna das Cruzadas e, sem esperança de um mundo melhor, encontra a Morte. Em letra maiúscula mesmo, pois ele encontra a “pessoa” Morte. O cavaleiro se recusa a morrer sem fazer algo bom na vida.

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Cazuza – O Tempo Não Para

Contrariando a opinião e gosto da grande maioria dos que escrevem aqui no blog, eu acredito que temos excelentes produções nacionais. Vamos sim além de favelas, e convenhamos que o Brasil merece um prêmio de crescimento recorde, se pensarmos que há menos de 50 anos nossa máxima eram os Trapalhões e a Xuxa. Enfim, papo de bar de lado, trouxe hoje um exemplo do que estou querendo dizer. Cazuza – O Tempo Não Para. Obviamente conta a história do cantor,

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O Império do Sol

Antes de se tornar o Batman, Christian Bale era um garotinho sujo e maltrapilho neste filme. Ele é Jim, um inglês que vive com a família em Xangai. Quando estoura a Segunda Guerra Mundial e a China entre em conflito como Japão, a família tem que fugir. Na confusão, Jim se perde dos pais e dois homens, Basie (John Malkovich) e Frank, o sequestram e tentam vendê-lo. Não conseguem e o garoto vai parar em um campo de concentração para