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O Enigma de Outro Mundo

John Carpenter é o “pai” de algumas pérolas do cinema de terror com um pé no trash. Halloween é dele, assim como Christine – O Carro Assassino. Em 1982 fez um clássico, O Enigma de Outro Mundo, que caminha na mesma estrada. Mas realmente é um clássico. Assisti ao filme logo depois de ver A Coisa, o prólogo lançado em 2011. Ambos são bacanas. O Enigma se passa dias depois de A Coisa. Antártica, inverno de 1982. Na remota Estação

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A Coisa

Resolvi repetir a experiência que havia tido com Alien – O Oitavo Passageiro e Prometheus. Assisti ao filme A Coisa e logo em seguida passei para O Enigma de Outro Mundo. O primeiro, mais novo, é um prelúdio do segundo, clássico de 1982. E mais uma vez me dei bem! Ok, Alien e Prometheus são bem melhores que A Coisa (não confundir com o filme homônimo do iogurte assassino, de 1985) e O Enigma de Outro Mundo. Mas, depois de ler a

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A Mulher de Preto

É a estreia de Harry Potter… ops, Daniel Radcliffe… nos cinemas após a série de mega sucesso. Com A Mulher de Preto, se o espectador não buscar uma obra-prima vai encontrar bom suspense, com sustos “agradáveis”. E um protagonista competente. Baseado no livro Woman in Black, de Susan Hill, já levado para as telas em filme homônimo de 1989, essa produção segue a linha clássica de filmes de terror. Estão lá a mansão largada às traças, os espíritos, o herói

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REC

Ando vendo por aí muita coisa sobre zumbis; ou eles voltaram a habitar a imaginação dos diretores de terror ou eu preciso rever as minhas amizades. De qualquer maneira, zumbi espanhol era novidade pra mim e ai entra o REC. Produzido em 2007 por Jaume Balagueró e Paco Plaza, conta a história da repórter de televisão Ángela Vidal (Manuela Velasco) e seu operador de câmera Pablo (Pablo Rosso), que fazem matérias para um quadro chamado “Enquanto você dorme”.  Eles vão

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Planeta Terror

Grindhouse é um termo utilizado nos Estados Unidos para designar salas de cinemas onde, nos anos 1960 e 1970, eram exibidas produções de baixo orçamento, os chamados “filmes B”. Geralmente aconteciam sessões duplas ou triplas, para os quais o espectador pagava apenas o valor de um ingresso. O diretor Quentin Tarantino, fã desse tipo de cinema, era assíduo freqüentador de grindhouses. E recentemente resolveu homenageá-las, com seu amigo diretor Robert Rodriguez. Produziram então dois filmes, À Prova de Morte e

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À Prova de Morte

Para escrever sobre À Prova de Morte preciso voltar pra década de 70 e contar sobre as Grindhouses americanas. Esses locais eram conhecidos por exibir filmes B em sessões duplas. Eram dobradinhas de produções de baixo orçamento que abusavam da estética exploitation: exploração do sexo, violência, drogas, monstros, nudez, bizarrices em geral. Aqui podemos associar ao Cinema Marginal. A partir daí surge a idéia de Tarantino. Fã de carteirinha desse estilo, ele e outro diretor, Robert Rodrigues, decidem homenagear esses

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Os Garotos Perdidos

Isso sim é um filme sobre vampiros!!! Garotos Perdidos é de 1987, mas acredito que todos aqui já viram pelo menos umas 10 vezes na Sessão da Tarde. Eu tinha o VHS, e meu aniversário é em janeiro #ficadica. Enfim, vamos ao que interessa. Dirigido por Joel Schumacher, de Um Dia de Fúria, Batman Eternamente, Em Má Companhia, entre outros, começa com Lucy (Dianne West) e os filhos – Michael (Jason Patric) e Sam (Corey Ham) – quando mudam-se para

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Atividade Paranormal

Li uma teoria sobre esse filme: seu sucesso é devido a quem não viu A Bruxa de Blair, ou seja, especialmente os adolescentes, que ainda não iam aos cinemas quando o ‘filme amador’ voltou às telonas. Pode ser que este fator exista. Mas acho pouco para explicar o sucesso de Atividade Paranormal. O filme é uma porcaria das grandes, que não decide se entra para o time dos Found Footage (filmes que fingem ser reais) ou se encara o carimbo

Suspense Terror

Caso 39

A “Bridget Jones” Renée Zellweger também faz filme de terror. Ou melhor, de suspense pendendo ao terror. Sua estreia neste tipo de produção é em Caso 39, no qual vive Emily Jenkins, uma assistente social idealista que acredita que já viu de tudo, até se deparar com um misterioso caso de violência contra uma menina de 10 anos. A tal menina é Lilith Sullivan (muito bem vivida por Jodelle Ferland), que com o passar do tempo é adotada pela assistente

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Cannibal Holocaust

“O mais controverso e polêmico filme de todos os tempos”. Esta frase me chamou a atenção ao procurar um filme neste fim de semana. Está lá, em destaque, na sinopse de Cannibal Holocaust. Pode até parecer exagero, mas que é controverso, ah, isso é. E pelo que gerou, pode, sim, ser considerado “o mais”. Cannibal Holocaust nos remete aos filmes da década de 1970 e 1980 produzidos apenas para agredir, mexer com o estômago dos espectadores. Já vi filmes chocantes,