Posts From Danilo Vicente

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Ficção

Invasores

A história de ficção científica Invasores de Corpos (The Body Snatchers), escrita por Jack Finney em 1954, tem sido adaptada ao cinema desde 1956. Primeiro foi o filme B Vampiros de Almas, de Don Siegel. O diretor Philip Kaufman retomou o assunto em 1978, com Os Invasores de Corpos. Mais quinze anos e outro remake, Os Invasores de Corpos – A Invasão Continua, de Abel Ferrara. E agora chegou a vez de Invasores, sob o comando de Oliver Hirschbiegel, do

Ficção

Star Trek – Além da Escuridão

Enrolei mais de um ano para escrever sobre Star Trek – Além da Escuridão. Motivo: sempre quis traçar linhas diferentes sobre este filme. Sou fã de Jornada nas Estrelas, a série cinematográfica. Vi todos os longas originais. E passei a assistir aos mais novos de J. J. Abrams – este e o Star Trek anterior. Agora resolvi bater no teclado e colocar logo as letras no blog, já que é melhor recomenda-lo do que burilar um texto e jamais escrevê-lo.

Drama

Versos de Um Crime

O nome já aponta. Versos de Um Crime deveria ser um filme sobre… crime. E atinge seu ponto alto quando um assassinato acontece. Pena que isso seja lá pro fim do longa. Estamos em 1944. Allen Ginsberg (Daniel Radcliffe) sai da casa dos pais rumo à universidade, precisando lidar com o sentimento de culpa por ter deixado sua doente mãe (Jennifer Jason Leigh). Seu sonho é tornar-se escritor, como o pai, mas logo sente-se incomodado pelo modelo “certinho” de poesia

Terror

Carrie – A Estranha (2013)

Com o perdão do trocadilho, é estranho assistir a uma nova versão de Carrie – A Estranha. É um bom filme, mas quem tem mais idade se lembra do primeiro (há ainda uma versão de 2002 para a TV) e aí não há comparação. Na verdade, há, claro. Mas é difícil que um novo longa vença em qualidade um clássico. Carrie – apelido de Carietta White – é uma adolescente oprimida pela mãe, Margaret, uma fanática religiosa. Além dos maus

Romance

Hitch – Conselheiro Amoroso

Hitch – Conselheiro Amoroso não é novo, mas eu vi há pouco tempo. Bem bonitinho. Tem bons diálogos, é engraçado. Alex “Hitch” Hitchens (Will Smith) é um lendário, e propositalmente anônimo, “doutor do amor”, que vive em Nova York. Em troca de pagamento, ele se dispõe a ajudar homens a conquistar as mulheres de seus sonhos. Importante: são as mulheres dos sonhos, não uma mera transa aqui ou ali; são conquistas para relacionamentos duradouros. Enquanto trabalha para Albert (Kevin James),

Drama

Serra Pelada

Heitor Dhalia estourou no cinema como criador do ótimo O Cheiro do Ralo. O ano era 2006. De lá para cá ele fez À Deriva, em 2009, meia boca, e o péssimo 12 Horas, em 2012, marcando sua primeira incursão pelos Estados Unidos. Agora o diretor e roteirista veio com Serra Pelada. É um respiro para ele, pois o filme é bom. A história do maior garimpo a céu aberto do mundo, onde foram extraídas, oficialmente, 30 toneladas de ouro

Drama

Adeus, Meninos

Está aí um típico filme que precisa de insistência. Adeus, Meninos é chato em 70% de sua duração. Mas o final melhora e até compensa o lenga-lenga inicial. França, inverno de 1944, caminhando para o fim da Segunda Guerra Mundial. Julien Quentin é um garoto de 12 anos que frequenta o colégio St. Jean-de-la-Croix. Ele ganha um amigo com a chegada de Jean Bonnett, um introvertido garoto. Mais tarde Julien descobre que o novo colega é judeu. É isso a

Comédia

Wrong

Nonsense é um estrangeirismo que define o filme Wrong. Mas não há só essa palavra: há adjetivos demais, em língua portuguesa mesmo, para a obra do diretor francês Quentin Dupieux, todos, acredito, pejorativos. Como o próprio título indica, Wrong ironiza o errado (wrong em inglês) comportamento da vida moderna: o apego que as pessoas têm mais com bichos do que com gente. Mas se fosse só isso o longa seria ótimo! Não é. Dupieux inverte o sentido de tudo o

Drama

Ninfomaníaca – Parte 2

Já assisti a Ninfomaníaca – Parte 2 há um bom tempo. Mas não senti vontade alguma de escrever sobre o filme. Assim é também ao assisti-lo. É bom, mas não bate aquela sensação de ter visto algo marcante (e, no meu caso, já correr ao computador para escrever). Não é, definitivamente, o melhor filme do diretor e roteirista Lars Von Trier (pra mim continua nesta posição Melancolia). Mas nem por isso merece desabono. Se no primeiro filme da “saga” o

Ação

Lucy

*Por Angelica Vilela de Morais, enviada especial ao cinema Um filme com a Scarlett Johansson e o Morgan Freeman já seria o suficiente para me tirar de casa, mas Lucy é mais do que um bom filme de ação. É uma ficção científica (por que não?) que faz a gente parar e pensar sobre a vida, mas com adrenalina para não ficar chato. O filme conta a história da norteamericana Lucy (Scarlett Johansson) que está meio perdida (não no sentido