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Documentário

Nos Braços de Estranhos – Histórias do Kindertransport

Você sabe o que foi o Kindertransport? Volte a 1938 e 1939, véspera da Segunda Guerra Mundial. Em uma das maiores ações humanitárias da história, a Inglaterra retirou da Alemanha cerca de 10 mil crianças e adolescentes de origem judaica, no que se chamou Transporte das Crianças, ou Kindertransport em alemão. É essa saga que o documentário Nos Braços de Estranhos – Histórias do Kindertransport relata. Eram só menores de 17 anos de idade nos trens (e poucos aviões) que

Comédia

Garfield 2

Pelo menos foi de graça: assisti a Garfield 2 na televisão. Mas muito sem graça. Que porcaria! Se o primeiro filme do famoso gato criado por Jim Davis, que odeia segunda-feira e adora lasanha, já não era grande coisa, imagine a continuação. Agora inventou-se uma história mais sem pé nem cabeça. Jon Arbuckle (Breckin Meyer) decide ir para Londres encontrar a namorada Liz Wilson (Jennifer Love Hewitt). Garfield e o chachorro Odie se escondem na mala do dono e o

Drama

Biutiful

Está aí um grande filme. Biutiful tem a marca de seu diretor, Alejandro Iñárritu: denso, sofrido, com uma ótimo história, daquelas que podem estar no cotidiano mas raramente querem sequer ser pensadas, daquelas que não desejamos a uma pessoa. Como em Babel e 21 Gramas (e, dizem, Amores Brutos, que não vi), Iñárritu enxerga a morte de uma maneira peculiar. Desta vez, apresenta Uxbal – Javier Bardem, em excepcional atuação –, um homem que ajuda os mortos a passar à

Drama

Capote

O meu problema com filmes biográficos é que eu fico meio obcecada pela pessoa e começo a googlar sua vida inteira. Não foi diferente com Truman Capote, a personalidade retratada neste filme. A obra mostra como o escritor americano interpretado aqui por Philip Seymour Hoffman decidiu transformar um caso de assassinato de 4 pessoas de uma mesma família no Kansas, em 1959, no seu best seller “A Sangue Frio”. Dando início ao gênero chamado de jornalismo literário, Capote vai além

Romance

Água para Elefantes

Não li o livro. Mas tenho impressão que deve ser melhor que o filme. Não que o filme seja ruim. Pelo contrário, é bem legal. Mas já ouvi gente dizendo que é o melhor livro de todos os tempos. E a história tem jeito mesmo de um belo romance. Água para Elefantes do cinema vale bastante. Mas falta aquele toque final para ser um filme inesquécível. O trio de sustentação do longa tem a loirinha sem graça Reese Witherspoon, o

Drama

Comer Rezar Amar

Mais uma adaptação morna de um best seller. Não consegui enxergar no longa a emoção que senti na história escrita de Liz Gilbert. O aventura de Liz ficou famosa no mundo. Infeliz em sua vida de casada, a jornalista sai de um casamento e envolve-se com um rapaz mais novo, o que também não traz felicidade. Decidida a mudar de vida, resolve passar um ano vivendo aventuras. Quatro meses na Itália, quatro na Índia e outros quatro na Indonésia. Cada

Drama

Reencontrando a Felicidade

É bom quando um filme surpreende, não? Fui para este Reencontrando a Felicidade com um pé atrás. Não sou dos mais fãs de Nicole Kidman, a não ser por sua atuação em Os Outros. Mas ela, junto a Aaron Eckhart e Miles Teller (estupendo), fazem do filme uma das melhores pedidas dos últimos anos. Se você ainda não viu, pare tudo e vá ver a história de Becca e Howie Corbett (Kidman e Eckhart), um casal que perdeu o filho

Ação

007 – Nunca Mais Outra Vez

Enfim um 007 aqui no blog. É a primeira vez que alguém escreve sobre um filme de James Bond, o espião mais famoso de todos os tempos. Assisti a 007 – Nunca Mais Outra Vez, com Sean Connery protagonizando. De 1983, é o último com ele no papel principal, 12 anos depois do penúltimo (Os Diamantes São Eternos). É bacana. Estão lá todos os malabarismos impossíveis de 007, as mulheres lindas, a ação e os apetrechos tecnológicos. Connery manda bem,

Drama

Minha Terra, África

Sou assinante da revista Veja. Gosto dela. Aprendo com ela. E apostei, mais uma vez, em uma de suas críticas cinematográficas. “Mais uma vez” por que já é o segundo voto de confiança que dou – o primeiro foi com Montanha Cega. Agora resolvi assistir a Minha Terra, África. E mais uma vez aprendi… que a seção “Veja recomenda” erra feio. Claramente escrevendo: horroroso! Ok, há quem tenha gostado e, por isso, pode ficar chateada comigo. Mas é sério: repito,

Animação

Planeta 51

Não sabia da existência desta animação, nunca tinha ouvido falar. Comecei a assistir porque ainda estava no início e eu precisava passar o tempo. Fiquei supresa de maneira positiva. A obra é repleta de paródias e piadas adultas, mas acredito que crianças também devam gostar. No Planeta 51, os habitantes são homenzinhos (e mulherzinhas e criancinhas) verdes, aquele alienígena imáginário para nós. Eles vivem normalmente, em cidades similares às nossas. Ou melhor, em cidades similares às americanas dos anos 50,