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Nós que Nos Amávamos Tanto
Nós que Nos Amávamos Tanto é a obra-prima do diretor e roteirista Ettore Scola. De 1974, retrata a Itália após a Segunda Guerra Mundial e faz uma reflexão sobre o cinema italiano entre o fim do conflito e o começo dos anos 70. Um belo filme. No foco estão três homens que viraram amigos durante a guerra. Eles se reencontram após anos, mas agora com uma mulher entre deles. Um é operário, trabalha em um hospital (interpretado por Nino Manfredi).
A Fonte da Vida
Quem diria que um filme com Hugh Jackman e Rachel Weisz poderia ser tão ruim? O Omelete disse que poucos conseguem entender a beleza da obra, e talvez eu seja uma dessas pessoas. Mas vejam: Hugh é Tommy, um cientista em busca da cura do câncer. Sua mulher, Izzi (Rachel), tem um tumor cerebral, o que o faz querer a todo custo encontrar a cura da doença. Ele descobre uma planta que poderia ser o que chamam de “a
Simplesmente Amor
O filme já vale pela dancinha que o Hugh Grant faz. Fora isso, é fofo e meloso na medida certa. São várias histórias de vidas que são modificadas pelo amor. Tem o Hugh como premiê britânico apaixonado por sua funcionária, a mulher que acha que o marido a está traindo, um garotinho que gosta de sua colega de escola…todos os casos, aliados ao clima de Natal quando se passa o filme, fazem emocionar. O elenco é ótimo. Tem
Guerra ao Terror
Seis Oscar: Filme, Direção, Edição, Roteiro Original, Som e Edição de Som. E é meia boca! Guerra ao Terror nada mais é do que uma obra comum, especialmente por seu roteiro, que não chove nem molha. O mote é bacana, poderia virar algo maior. Um grupo de soldados americados é responsável por desmontar bombas durante a Guerra do Iraque. Faltam poucos dias para que saiam do “inferno” – até que o comandante morre e surge o protagonista do filme, um
Depois de Partir
Sempre é arriscado dar uma opinião como esta. Cada pessoa tem um gosto, filmes dependem do momento que assistimos, avaliação é sempre algo abstrato… mas, sem receio, pare tudo e vá ver Depois de Partir! Gosto de filmes de espiritismo – tão em moda -, ainda mais quando são suspenses (bons exemplos são O Sexto Sentido, Sinais e Os Outros). Mas Holywood havia perdido a mão. Até agora. Nunca tinha ouvido falar do filme, sua sinopse não me “apeteceu” e
Querô
Jerônimo é o nome do personagem principal de Querô. Mas poucos o tratam assim. Seu apelido é Querô porque sua mãe, prostituta, de tanto beber, confundiu querosene com cachaça, e morreu. Seu pai é desconhecido. Seu amigos, inexistentes. Ele, um garoto bandido. É dentro de um mundo à beira do porto de Santos que Querô – o filme – é apresentado. Mundo de violência, prostituição, roubos, assassinatos. Baseado em livro de Plínio Marcos, tem como imensa vantagem ser protagonizado por
Mary e Max – Uma Amizade Diferente
Atenção: quem gosta de animação, precisa ver; quem não gosta, precisa ver também! Na verdade, quem procura um ótimo filme precisa ver. Mary e Max – Uma Amizade Diferente honra o nome: é realmente diferente, uma animação que emociona e marca. Simples, o filme conta como Mary Dinkle, uma menina de 8 anos de idade, e Max Horovitz, já na terceira idade, iniciam e fortalecem uma amizade via cartas. Ela é da Austrália e ele dos Estados Unidos, de Nova
Atividade Paranormal
Li uma teoria sobre esse filme: seu sucesso é devido a quem não viu A Bruxa de Blair, ou seja, especialmente os adolescentes, que ainda não iam aos cinemas quando o ‘filme amador’ voltou às telonas. Pode ser que este fator exista. Mas acho pouco para explicar o sucesso de Atividade Paranormal. O filme é uma porcaria das grandes, que não decide se entra para o time dos Found Footage (filmes que fingem ser reais) ou se encara o carimbo
Nine
Mais um filme musical bacana: Nine. É a cara de outro, Chicago, a cara do diretor Rob Marshall, responsável pelos dois. É um filme agradável, mas não do mesmo nível do antecessor. Para este texto, permito-me usar algumas passagens de coluna de Artur Xexéo sobre o filme em O Globo, coluna que conta como poucos a importância da obra. Nine nasceu como musical da Broadway, transpondo para a linguagem de teatro o filme Oito e Meio, de Federico Fellini. Aliás,
Orfeu Negro
Vencedor do Oscar e do Globo de Ouro de Melhor Filme em Língua Estrangeira (1960), além da Palma de Ouro em Cannes (1959). São prêmios que pouquíssimos filmes têm. Ainda mais de um brasileiro. Mas Orfeu Negro, que foi celebrado com todos estes, pode ser resumido por sua música-tema, Felicidade, de Tom Jobim: “tristeza não tem fim, felicidade, sim”. É um tristeza de produção, caricata, ruim. Um ponto resume o filme: passado no Brasil, em 90% do tempo os personagens

