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Romance

Simplesmente Complicado

Divertido, leve e descomplicado. Guarde esse nome, anote na agenda, mande para o seu gmail, porque um dia ele será essencial. A família está reunida, o assunto se esgotou ao longo do almoço e o próximo assunto é o tipo de vida que você anda levando? Saque Simplesmente Complicado, distraia a todos, ria alto e durma contente, com a leveza inerente de quem se poupou de um bocado de adjetivos. De verdade, o filme tem a cara de um bom

Suspense

O Peso da Água

Se construir um filme com uma bela história é difícil, imagine com duas… e em épocas diferentes. O Peso da Água consegue. Virei fã de Kathryn Bigelow, a premiada diretora de Guerra ao Terror. Confesso que ainda não vi sua obra mais famosa, mas com este e com Caçadores de Emoção no currículo ela só pode ser fera. Jean (Catherine McCormack) é uma fotógrafa que pesquisa sobre um duplo assassinato de mulheres, ocorrido em 1873 (baseado em caso real). Para

Aventura

Fúria de Titãs

Recentemente escrevi aqui sobre Percy Jackson e o Ladrão e Raios. Quase dez dias depois vi Fúria de Titãs. E não é que a história é quase a mesma? Nos dois casos o protagonista é Perseu, que no primeiro filme tem seu nome modernizado. Há apenas duas diferenças básicas nos roteiros: no primeiro o personagem principal é filho de Poseidon, enquanto no segundo é de Zeus. A outra diferença é a época escolhida: a primeira história é contemporânea; a segunda,

Drama

Baixio das Bestas

Magistral, ácido, doloroso, implacável, carnal, espantoso, Laranja Mecânica brasileiro… todas estas características pontuam resenhas sobre Baixio das Bestas. Balela! Besteira de quem quer tapar o sol com a peneira ou é ufanista. Este filme é ruim! Sim, é ruim para mais de metro. Um típico filme brasileiro dos anos 1980, e isso é péssimo, mas com um agravante: é de 2007! Baixio das Bestas conta – ou tenta contar! – a história de Auxiliadora, uma jovem de 16 anos explorada

Drama

5 x Favela, Agora por Nós Mesmos

Por Vanderlei França (enviado especial ao cinema) Já li aqui no blog uma discussão sobre cinema nacional e favelas. A conversa dizia que todos os nossos grandes (para alguns nem tanto) filmes seriam sobre a vida embaixo ou em torno dos barracos. Penso que é uma avaliação errada. Temos uma lista absurda de ótimas películas nacionais que passam longe disso. Citaria o sensível e emocionante “Ano em que Meus Pais Saíram de Férias”, o provocador “Cheiro do Ralo”, o impressionante

Drama

A Caixa

No final do século 18, a escritora Ann Radcliffe definiu da melhor maneira a diferença entre terror e horror: “este último se faz acompanhar de um sentimento de obscura incerteza em relação ao mal que tanto teme”. É a sensação da dúvida que o horror carrega – o que não acontece no terror, sentimento de repulsa a algo assustador. O preâmbulo é para descrever o sentimento ao assistir A Caixa. É tipicamente um filme de horror, longe de ser um

Drama

O Sétimo Selo

O filme é aclamado, obra de um mito do cinema, Ingmar Bergman. Mas para por aí. O Sétimo Selo, vencedor do Prêmio Especial do Júri em Cannes, pode até ter sido revolucionário em sua época, em 1957, mas hoje em dia é superficial. Antonius Block retorna das Cruzadas e, sem esperança de um mundo melhor, encontra a Morte. Em letra maiúscula mesmo, pois ele encontra a “pessoa” Morte. O cavaleiro se recusa a morrer sem fazer algo bom na vida.

Ação

Zona Verde

Sou fã de Paul Greengrass. É o diretor dos dois últimos Bourne – A Supremacia e O Ultimato. Mas mais do que isso: é o responsável pelos ótimos Domingo Sangrento e United 93. Também sou fã de Matt Damon, de tantas obras bacanas, um cara que raramente faz porcaria (alguém se lembra de uma?). Ah, e de Greg Kinnear, outro ótimo ator. Com os três, o recente Zona Verde, de 2010, se transforma em, no mínimo, uma boa opção. O

Comédia

Quincas Berro D’Água

Já que a Marina iniciou uma defesa aos filmes brasileiros (post abaixo), vou continuar a onda. Ontem vi Quincas Berro D’Água, que acaba de sair do forno. Baseado no livro homônimo de Jorge Amado, conta a história de Joaquim Soares da Cunha, o Quincas. Funcionário público cansado da vida que leva, um dia ele resolve deixar sua família de lado e cair na farra, ganhando fama com seu apelido. Vira o rei dos vagabundos. Só que a história tem um

Drama

Cazuza – O Tempo Não Para

Contrariando a opinião e gosto da grande maioria dos que escrevem aqui no blog, eu acredito que temos excelentes produções nacionais. Vamos sim além de favelas, e convenhamos que o Brasil merece um prêmio de crescimento recorde, se pensarmos que há menos de 50 anos nossa máxima eram os Trapalhões e a Xuxa. Enfim, papo de bar de lado, trouxe hoje um exemplo do que estou querendo dizer. Cazuza – O Tempo Não Para. Obviamente conta a história do cantor,