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As Melhores Coisas do Mundo
Qual a melhor idade da vida? Difícil responder? Não, fácil. Cada pessoa tem sua idade preferida. Para alguns, adolescência. Para outros, infância. Ou seria a juventude? Ou a terceira-idade? As Melhores Coisas do Mundo é sobre este período, este curto espaço na vida que nos marca, nos faz lembrar, nos faz ter saudade. O filme trata da vida de adolescentes em seus 14 e 15 anos. Estão em um colégio da classe média (é o Dante Alighieri camuflado) e passam
A Voz do Coração
Ontem vi pela segunda vez A Voz do Coração. Trata-se de um filme simples. Explico: não tem efeitos visuais, baseia-se, no geral, apenas em um cenário e tem enredo daqueles velhos conhecidos e até certo ponto previsível. Mas são essas características que cativam, especialmente pela atuação do protagonista, o professor Clémente Mathieu, interpretado por Gérard Jugnot. Dirigido pelo francês Christophe Barratier, em seu primeiro trabalho no comando de um filme, A Voz do Coração é inspirado nas vivências de infância
Do Outro Lado
Qual é a mensagem deste filme? Fiquei encucado com isso (não que todo filme precise ter uma mensagem). Ao terminar, Do Outro Lado deixa aquela “pulga atrás da orelha”. É uma obra bacana, bem construída, com histórias se cruzando em um roteiro elaborado com perspicácia. Após raciocinar e conversar, decidi que são três as ideias que ficam: o destino de nossas vidas está traçado, a solução para qualquer problema pode estar bem próxima e a vida pode virar de cabeça
O Mundo Imaginário do Doutor Parnassus
Comum. Está aí um adjetivo que não pode ser dado a O Mundo Imaginário do Doutor Parnassus. A avaliação sobre o filme pode ser boa ou ruim, mas jamais “comum”. Na minha, é boa. Vamos aos fatos: foi o último filme de Heath Ledger, tem quatro dos mais famosos atores interpretando o mesmo personagem (Johnny Depp, Jude Law e Colin Farrell, além de Ledger) e é uma fantasia escrita especificamente para o cinema, sem qualquer livro anterior. Tudo isso no
X-Men – O Filme
Semana Hugh Jackman rolando e eu não sei por que. Mas a primeira coisa que me vem à cabeça quando alguém fala o nome dele é X-MEN. Na verdade é ele de Wolverine, mas é pra falar sobre o filme, né!?!? Como todos sabem, X-Men – O Filme é baseado nos quadrinhos da Marvel. Este primeiro, lançado em 2000, foi a grande volta ao tema “super-heróis”. Antes dele tinhamos o Batman e talvez o Super Homem. Não lembro, mas este
O Grande Truque
Continuando a semana Hugh Jackman no blog (que até agora teve o total de UMA postagem), agora sim um filme recomendável. Meu amigo e comentador assíduo, Marcelo, disse que o filme era o Batman (Christian Bale) versus Wolverine (Hugh). É bem por aí. A história se passa em Londres, século XIX. Hugh é Robert Angier e Christian é Alfred Borden, dois mágicos que se conhecem desde iniciantes, tiveram o mesmo mentor (Michael Caine) e vivem competindo entre si. Quando
Nós que Nos Amávamos Tanto
Nós que Nos Amávamos Tanto é a obra-prima do diretor e roteirista Ettore Scola. De 1974, retrata a Itália após a Segunda Guerra Mundial e faz uma reflexão sobre o cinema italiano entre o fim do conflito e o começo dos anos 70. Um belo filme. No foco estão três homens que viraram amigos durante a guerra. Eles se reencontram após anos, mas agora com uma mulher entre deles. Um é operário, trabalha em um hospital (interpretado por Nino Manfredi).
A Fonte da Vida
Quem diria que um filme com Hugh Jackman e Rachel Weisz poderia ser tão ruim? O Omelete disse que poucos conseguem entender a beleza da obra, e talvez eu seja uma dessas pessoas. Mas vejam: Hugh é Tommy, um cientista em busca da cura do câncer. Sua mulher, Izzi (Rachel), tem um tumor cerebral, o que o faz querer a todo custo encontrar a cura da doença. Ele descobre uma planta que poderia ser o que chamam de “a
Simplesmente Amor
O filme já vale pela dancinha que o Hugh Grant faz. Fora isso, é fofo e meloso na medida certa. São várias histórias de vidas que são modificadas pelo amor. Tem o Hugh como premiê britânico apaixonado por sua funcionária, a mulher que acha que o marido a está traindo, um garotinho que gosta de sua colega de escola…todos os casos, aliados ao clima de Natal quando se passa o filme, fazem emocionar. O elenco é ótimo. Tem
Guerra ao Terror
Seis Oscar: Filme, Direção, Edição, Roteiro Original, Som e Edição de Som. E é meia boca! Guerra ao Terror nada mais é do que uma obra comum, especialmente por seu roteiro, que não chove nem molha. O mote é bacana, poderia virar algo maior. Um grupo de soldados americados é responsável por desmontar bombas durante a Guerra do Iraque. Faltam poucos dias para que saiam do “inferno” – até que o comandante morre e surge o protagonista do filme, um

