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O Grande Truque
Continuando a semana Hugh Jackman no blog (que até agora teve o total de UMA postagem), agora sim um filme recomendável. Meu amigo e comentador assíduo, Marcelo, disse que o filme era o Batman (Christian Bale) versus Wolverine (Hugh). É bem por aí. A história se passa em Londres, século XIX. Hugh é Robert Angier e Christian é Alfred Borden, dois mágicos que se conhecem desde iniciantes, tiveram o mesmo mentor (Michael Caine) e vivem competindo entre si. Quando
Nós que Nos Amávamos Tanto
Nós que Nos Amávamos Tanto é a obra-prima do diretor e roteirista Ettore Scola. De 1974, retrata a Itália após a Segunda Guerra Mundial e faz uma reflexão sobre o cinema italiano entre o fim do conflito e o começo dos anos 70. Um belo filme. No foco estão três homens que viraram amigos durante a guerra. Eles se reencontram após anos, mas agora com uma mulher entre deles. Um é operário, trabalha em um hospital (interpretado por Nino Manfredi).
A Fonte da Vida
Quem diria que um filme com Hugh Jackman e Rachel Weisz poderia ser tão ruim? O Omelete disse que poucos conseguem entender a beleza da obra, e talvez eu seja uma dessas pessoas. Mas vejam: Hugh é Tommy, um cientista em busca da cura do câncer. Sua mulher, Izzi (Rachel), tem um tumor cerebral, o que o faz querer a todo custo encontrar a cura da doença. Ele descobre uma planta que poderia ser o que chamam de “a
Simplesmente Amor
O filme já vale pela dancinha que o Hugh Grant faz. Fora isso, é fofo e meloso na medida certa. São várias histórias de vidas que são modificadas pelo amor. Tem o Hugh como premiê britânico apaixonado por sua funcionária, a mulher que acha que o marido a está traindo, um garotinho que gosta de sua colega de escola…todos os casos, aliados ao clima de Natal quando se passa o filme, fazem emocionar. O elenco é ótimo. Tem
Guerra ao Terror
Seis Oscar: Filme, Direção, Edição, Roteiro Original, Som e Edição de Som. E é meia boca! Guerra ao Terror nada mais é do que uma obra comum, especialmente por seu roteiro, que não chove nem molha. O mote é bacana, poderia virar algo maior. Um grupo de soldados americados é responsável por desmontar bombas durante a Guerra do Iraque. Faltam poucos dias para que saiam do “inferno” – até que o comandante morre e surge o protagonista do filme, um
Depois de Partir
Sempre é arriscado dar uma opinião como esta. Cada pessoa tem um gosto, filmes dependem do momento que assistimos, avaliação é sempre algo abstrato… mas, sem receio, pare tudo e vá ver Depois de Partir! Gosto de filmes de espiritismo – tão em moda -, ainda mais quando são suspenses (bons exemplos são O Sexto Sentido, Sinais e Os Outros). Mas Holywood havia perdido a mão. Até agora. Nunca tinha ouvido falar do filme, sua sinopse não me “apeteceu” e
Querô
Jerônimo é o nome do personagem principal de Querô. Mas poucos o tratam assim. Seu apelido é Querô porque sua mãe, prostituta, de tanto beber, confundiu querosene com cachaça, e morreu. Seu pai é desconhecido. Seu amigos, inexistentes. Ele, um garoto bandido. É dentro de um mundo à beira do porto de Santos que Querô – o filme – é apresentado. Mundo de violência, prostituição, roubos, assassinatos. Baseado em livro de Plínio Marcos, tem como imensa vantagem ser protagonizado por
Mary e Max – Uma Amizade Diferente
Atenção: quem gosta de animação, precisa ver; quem não gosta, precisa ver também! Na verdade, quem procura um ótimo filme precisa ver. Mary e Max – Uma Amizade Diferente honra o nome: é realmente diferente, uma animação que emociona e marca. Simples, o filme conta como Mary Dinkle, uma menina de 8 anos de idade, e Max Horovitz, já na terceira idade, iniciam e fortalecem uma amizade via cartas. Ela é da Austrália e ele dos Estados Unidos, de Nova
Atividade Paranormal
Li uma teoria sobre esse filme: seu sucesso é devido a quem não viu A Bruxa de Blair, ou seja, especialmente os adolescentes, que ainda não iam aos cinemas quando o ‘filme amador’ voltou às telonas. Pode ser que este fator exista. Mas acho pouco para explicar o sucesso de Atividade Paranormal. O filme é uma porcaria das grandes, que não decide se entra para o time dos Found Footage (filmes que fingem ser reais) ou se encara o carimbo
Nine
Mais um filme musical bacana: Nine. É a cara de outro, Chicago, a cara do diretor Rob Marshall, responsável pelos dois. É um filme agradável, mas não do mesmo nível do antecessor. Para este texto, permito-me usar algumas passagens de coluna de Artur Xexéo sobre o filme em O Globo, coluna que conta como poucos a importância da obra. Nine nasceu como musical da Broadway, transpondo para a linguagem de teatro o filme Oito e Meio, de Federico Fellini. Aliás,

