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W. E. – O Romance do Século

Madonna é diretora e roteirista de W. E. – O Romance do Século. Sim, me refiro à rainha do pop, à cantora. Não é a primeira incursão dela no comando de um filme – e aí nem considero as vezes que foi atriz (afinal, ela já foi estrela em Procura-se Susan Desesperadamente, por exemplo). Em seu segundo filme na direção e no roteiro (já chefiou Sujos e Sábios), Madonna deixa a obra um tanto entediante, mas no fim das contas

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Esta Terra É Minha

De vez em quando encaramos uns filmes que dão medo. Pelo ano, pela sinopse, pelo cartaz… parece que veremos uma bomba. E como é bom sermos surpreendidos quando isso acontece! Esta Terra É Minha é de 1943 (não confundir com o homônimo de 1976), com atores hoje desconhecidos, preto e branco, sobre guerra. Tinha tudo para ser sonolento. Mas que nada. Dá até vontade de ver de novo e de saber mais sobre ele! Trata-se de um filme com duas

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O Ovo da Serpente

Minha relação com Ingmar Bergman não é das melhores. Jamais gostei de seus filmes (odiei Porto e Um Barco para a Índia, gostei mais de O Sétimo Selo e até “aprovei” Morangos Silvestres). Mas tenho de dar o braço a torcer. Enfim gostei bastante de um de seus longas! Ok, é a obra que ele credita como sua pior. Mas é dele. O Ovo da Serpente é muito bom, Bergman! Quem gostou do mais recente A Fita Branca tem o

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Garotas do Calendário

O mérito é do site www.50anosdefilmes.com.br, do Sérgio Vaz, que faço questão de seguir. Ele indicou Garotas do Calendário. Coloquei em primeiro lugar na minha lista. Valeu a pena! A história é simples e (incrível!) baseada em fatos reais. Um grupo de senhoras do interior da Inglaterra – uma cidadezinha chamada Knapely – está cansado das tediosas reuniões do Women’s Institute (WI), uma organização com filiais espalhadas por todo o país, espécie de Rotary Club feminino. Anualmente as senhorinhas precisam

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Cartas para Deus

Primeiro aviso: Cartas para Deus é um filme religioso. Segundo aviso: isso geralmente significa que o filme é meia boca. Terceiro aviso: “geralmente” não significa “obrigatoriamente”. É o caso deste longa. Trata-se de uma boa história, inspirada em uma passagem real (aí me conquista), que fala de fé. O menino Tyler Doherty (Tanner Maguire) trava uma batalha diária contra o câncer. Ele não se deixa abalar e escreve diariamente cartas endereçadas para Deus. O carteiro Brady (Jeffrey Johnson), beberrão praticamente

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Bonequinha de Luxo

O clássico dos clássicos. Filme que eternizou Audrey Hepburn como musa, inspirou a moda e despertou nas mulheres de todo o mundo o desejo por uma joia da Tiffany’s, tradicional joalheria americana. O nome original do filme, aliás, é Breakfast at Tiffany’s e a única vez em que o local abriu em um domingo foi para a filmagem deste longa. Holly Golightly é uma prostituta de luxo que vive em Nova York às custas de seus amantes. Festas, roupas, coquetéis

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O Garoto da Bicicleta

Vencedor do Grande Prêmio do Júri no Festival de Cannes em 2011, indicado ao Globo de Ouro em Filme Estrangeiro em 2012. Duas honrosas credenciais de O Garoto da Bicicleta. Não é o melhor filme de 2011. Mas em 87 minutos consegue contar bem uma história. E isso é um baita mérito. Já cansei de ver filme que tem uma boa ideia mas se perde no tamanho. Depois de um certo tempo fica chato, incômodo… um desperdício. Com 87 minutos

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Almas à Venda

Paul Giamatti já fez Ganhar ou Ganhar – A Vida É Um Jogo, A Minha Versão do Amor e A Luta pela Esperança, três filmaços. Isso sem contar Sideways, que gosto, mas não acho tudo isso. Agora vem com mais um filme típico dele, Almas à Venda. O “típico dele” é porque Giamatti tem se especializado em filmes humanos, centrados em uma história ou passagem de vida específica, sempre com leveza. São longas inteligentes e curiosos. Tudo bem, o homem

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Paraísos Artificiais

Paraísos Artificiais tem o mérito de ser um filme diferente. É uma ficção focada nas festas raves, com um romance por trás. Aborda o tráfico e o consumo de drogas, mas com foco na classe média (“uma história de amor e êxtase”, segundo o subtítulo no cartaz, nos dois sentidos). Não é o melhor filme nacional da história, mas, sim, é bom. Erika (Nathalia Dill) é uma DJ em começo de carreira, muito amiga de Lara (Lívia de Bueno). Juntas,

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Horas de Medo

Recentemente assisti a Reféns, filme americano bem meia boca com Nicole Kidman e Nicholas Cage. O espanhol Horas de Medo tem a mesma ideia: uma família é vítima de um sequestro em sua casa (daí o título original Secuestrados) e passa horas sob violência e medo da morte. Mas, acredite, não há comparação: é uma aula de como fazer um ótimo filme; deixa Holywood no chinelo! Horas de Medo é, sem dúvida, um dos mais violentos filmes que já assisti.