Drama
As Neves do Kilimanjaro
Apesar do nome, não é um documentário. Muito menos trata-se de um filme de aventura. As Neves do Kilimanjaro é um drama francês, bem francês. O roteiro se diz livremente inspirado em Os Miseráveis, e de fato há uma subtrama de um assalto que leva à condenação e depois ao perdão, lembrando o clássico de Victor Hugo. Sem entregar muito, dá para escrever que um casal de trabalhadores tem suas economias roubadas em um violento assalto. Entre o dinheiro estavam
Recontagem
Eleições presidenciais de 2000 nos Estados Unidos. O partido Republicano tem George W. Bush como candidato, enquanto que o partido Democrata aposta suas fichas em Al Gore, vice-presidente nos mandatos de Bill Clinton. A acirrada disputa faz com que tudo se defina no Estado de Flórida, cuja vitória é inicialmente anunciada para Gore, mas depois confirmada para Bush. Começa aí um embate de cerca de um mês para saber realmente quem ganha na Flórida e, assim, nos Estados Unidos. Claramente
Uma Lição de Amor
Depois da belíssíma interpretação em Milk, Sean Penn novamente emociona com este filme. Aqui ele é Sam, um deficiente mental que tem uma filha pequena Lucy (Dakota Fanning). Quando a garota faz 7 anos, sua capacidade de cuidar dela é questionada por uma assistente social e ele precisa se defender e provar que consegue criá-la. Para isso, conta com a ajuda da advogada Rita Harrison (Michelle Pfeiffer). O enredo se desenvolve mostrando o esforço de Rita para fazer com quem Sam
As Mulheres do 6º Andar
As Mulheres do 6º Andar é bom demais! Roteiro simples, bem trabalhado, com ótimas atuações, em um ritmo gostoso de assistir. É, enfim, leve. Estamos na Paris de 1960. Os prédios antigos têm um andar reservado para as empregadas, o sexto andar, o chamado “chambre des Bonnes” (quarto de empregadas). É grande o número de empregadas espanholas na França, mulheres fugidas da ditadura de Francisco Franco. Jean-Louis e Suzanne Joubert formam um casal conservador que recebe uma nova empregada doméstica.
W. E. – O Romance do Século
Madonna é diretora e roteirista de W. E. – O Romance do Século. Sim, me refiro à rainha do pop, à cantora. Não é a primeira incursão dela no comando de um filme – e aí nem considero as vezes que foi atriz (afinal, ela já foi estrela em Procura-se Susan Desesperadamente, por exemplo). Em seu segundo filme na direção e no roteiro (já chefiou Sujos e Sábios), Madonna deixa a obra um tanto entediante, mas no fim das contas
Esta Terra É Minha
De vez em quando encaramos uns filmes que dão medo. Pelo ano, pela sinopse, pelo cartaz… parece que veremos uma bomba. E como é bom sermos surpreendidos quando isso acontece! Esta Terra É Minha é de 1943 (não confundir com o homônimo de 1976), com atores hoje desconhecidos, preto e branco, sobre guerra. Tinha tudo para ser sonolento. Mas que nada. Dá até vontade de ver de novo e de saber mais sobre ele! Trata-se de um filme com duas
O Ovo da Serpente
Minha relação com Ingmar Bergman não é das melhores. Jamais gostei de seus filmes (odiei Porto e Um Barco para a Índia, gostei mais de O Sétimo Selo e até “aprovei” Morangos Silvestres). Mas tenho de dar o braço a torcer. Enfim gostei bastante de um de seus longas! Ok, é a obra que ele credita como sua pior. Mas é dele. O Ovo da Serpente é muito bom, Bergman! Quem gostou do mais recente A Fita Branca tem o
Garotas do Calendário
O mérito é do site www.50anosdefilmes.com.br, do Sérgio Vaz, que faço questão de seguir. Ele indicou Garotas do Calendário. Coloquei em primeiro lugar na minha lista. Valeu a pena! A história é simples e (incrível!) baseada em fatos reais. Um grupo de senhoras do interior da Inglaterra – uma cidadezinha chamada Knapely – está cansado das tediosas reuniões do Women’s Institute (WI), uma organização com filiais espalhadas por todo o país, espécie de Rotary Club feminino. Anualmente as senhorinhas precisam
Cartas para Deus
Primeiro aviso: Cartas para Deus é um filme religioso. Segundo aviso: isso geralmente significa que o filme é meia boca. Terceiro aviso: “geralmente” não significa “obrigatoriamente”. É o caso deste longa. Trata-se de uma boa história, inspirada em uma passagem real (aí me conquista), que fala de fé. O menino Tyler Doherty (Tanner Maguire) trava uma batalha diária contra o câncer. Ele não se deixa abalar e escreve diariamente cartas endereçadas para Deus. O carteiro Brady (Jeffrey Johnson), beberrão praticamente
Bonequinha de Luxo
O clássico dos clássicos. Filme que eternizou Audrey Hepburn como musa, inspirou a moda e despertou nas mulheres de todo o mundo o desejo por uma joia da Tiffany’s, tradicional joalheria americana. O nome original do filme, aliás, é Breakfast at Tiffany’s e a única vez em que o local abriu em um domingo foi para a filmagem deste longa. Holly Golightly é uma prostituta de luxo que vive em Nova York às custas de seus amantes. Festas, roupas, coquetéis

