Drama
Alpha Dog
Depois de assistir a Justin Timberlake em A Rede Social, fiquei pensando qual outro filme ele havia feito. O ex-‘N Sync foi bem como o inventor do Napster no filme sobre o Facebook, o que me não me surpreendeu, pois tinha lá no fundo da mente uma lembrança de ter gostado de sua atuação em outro filme. Fui atrás e encontrei: Alpha Dog. Ah, um belo filme! Baseada na vida Jesse James Holywood, que na década de 1990 tornou-se a
Minhas Mães e Meu Pai
O problema de Minhas Mães e Meu Pai é não decidir se é comédia ou se é drama. Na primeira parte é comédia, e convida para um enredo mela cueca. Da metade para frente, é drama, já com um sério olhar sobre homessexualismo e responsabilidade. Aí o espectador acaba se perdendo, uma parte não encaixa na outra. Casadas há quase 20 anos, Nic (Annette Bening) e Jules (Julianne Moore) conceberam os seus dois filhos, Laser (Josh Hutcherson) e Joni (Mia
Baarìa – A Porta do Vento
Há artistas que ficam marcados por uma obra. São aquelas obras-primas, que deixam todos embasbacados. De início, isso é ótimo. Mas depois, por toda a carreira, eles têm de aguentar a comparação. E claro que esta comparação é cruel, pois não é todo dia que nasce uma pintura como Juízo Final, de Michelângelo, um livro como A Sangue Frio, de Truman Capote, uma música como Rock And Roll All Night, o hino composto pelo Kiss. Assim também é no cinema:
Nosso Lar
Não sou espírita, nunca li um livro de Chico Xavier (pretendo ler), não tenho a mínima ideia de como o “céu” é descrito pelo médium. Mas, curioso, decidi ver Nosso Lar, já que Chico Xavier – O Filme me agradou muito. Fiquei um tanto decepcionado. Nosso Lar aborda a morte de André Luiz, médico e escritor póstumo. Ele foi um dos principais parceiros, senão o principal, de Xavier em sua mediunidade, o que propiciou 14 livros da dupla (Xavier como
Iris
Escritora e filósofa, Iris Murdoch era, e ainda é, uma referência na Inglaterra. Professora na Universidade de Oxford, na década de 50, ficou conhecida por sua militância de esquerda e pelo espírito libertário. Morreu em 1999, aos 79 anos. É ela quem dá o nome ao filme Iris, um encontro de quatro atores em excepcionais trabalhos, como raramente é possível ver nas telas. Casada por 43 anos com John Bailey (que escreveu dois livros – A Memoir e Elegy for
Desconhecido
Feriadão de Carnaval é sinônimo de sossego em São Paulo… menos nos cinemas. Não consegui assistir a O Discurso do Rei, nem a Cisne Negro. Salas lotadas, filas enormes, horários sem assentos, um inferno. Mas no segundo shopping, na segunda tentativa, resolvi pegar o que estivesse disponível: Desconhecido, com Liam Neeson à frente. Surpreendentemente, gostei! A história é a seguinte: Martin Harris (Neeson), americano, viaja para a Alemanha acompanhado da esposa (interpretada por January Jones), com o objetivo de participar
127 Horas
Pare tudo e vá ver. Está aí um filme que merece esta frase. Que filmaço! Acabo de assisti-lo no cinema. 127 Horas é tenso, denso, uma paulada… uma lição de vida. Dirigido e roteirizado por Danny Boyle (do estupendo Quem Quer Ser Um Milionário?, Cova Rasa, A Praia… o cara é ótimo!), a produção narra a história real do alpinista americano Aron Ralston, que ficou este período com o braço preso em uma rocha no Bluejohn Canyon, Estados Unidos. James
Dois Homens Contra Uma Cidade
Como é bom o cinema da década de 1970! É incrível. Raramente aparece uma porcaria. Dois Homens Contra Uma Cidade é de 1973, mais um exemplo de obra-prima deste período. O filme relata a vida de um ex-presidiário (Alain Delon), que por 10 anos ficou encarcerado. Ele sai da cadeia ajudado por um representante do serviço educacional do governo (Jean Gabin), encarregado de recuperar os bandidos. De volta à vida livre, passa a ter de aturar a perseguição de um
Persépolis
Persépolis era a antiga capital da Pérsia, desde 1935 Irã para o ocidente. Neste país, onde as mulheres são segregadas de maneira tão horrenda, se situa uma das mais belas animações da história do cinema: exatamente Persépolis. É o filme que nos leva a conhecer a história de Marjane Satrapi, filha de pais lúcidos e, por isso, rebeldes, que tentam de todas as maneiras proteger a menina e os familiares mais próximos, em meio a política, guerra, torturas e assassinatos.

