Drama

Voltar para a Home
Drama

O Estudante

Uma ótima história, que por vezes exagera no sentimentalismo e no clichê. Uma história para cativar especialmente os idosos, sem perder o charme para os mais novos. Assim é O Estudante, filme mexicano que narra a decisão de um senhor de 70 anos que começa a estudar em uma universidade. A opção do filme por mostrar a comunhão – não a disputa – entre os estudantes e o idoso é acertada. A atmosfera da obra é positiva, deixando-a leve. Em

Drama

Os Famosos e os Duendes da Morte

Sabe aqueles filmes que a maioria dos críticos adora? Aqueles sem pé nem cabeça… ou melhor, aqueles filmes-cabeça, que nós, meros mortais, abaixo da linha dos “entendedores” de cinema, simplesmente odiamos. Sim… aqueles que são elogiados nas resenhas por “investigar os conflitos universais que desafiam todos os seres humanos” ou qualquer pataquada parecida. Esses filmes acabam de ganhar sua obra-prima brasileira: Os Famosos e os Duendes da Morte. Putz, que filme chato. Sim, é chato mesmo. Que me desculpem os

Drama

A Outra História Americana

Filmaço. Daqueles de nos paralisar em frente à tela. A Outra História Americana é chocante, um tapa na cara da sociedade. Foi o primeiro ou um dos primeiros filmes que vi com o Edward Norton. Virei fã instantaneamente. Ele é Derek, racista, adorador do nazismo (tem uma suástica tatuada no peito), que busca vazão para suas agruras tornando-se líder de uma gangue. A violência o leva a um assassinato, e ele é preso pelo crime. Três anos mais tarde, sai

Drama

Direito de Amar

Tom Ford foi, até 2004, estilista da Gucci, o responsável por revitalizar a imagem da grife italiana. Tornou-se um dos nomes mais importantes da alta costura. De repente, deixou a marca por “diferenças criativas” com os executivos. Passou, tempos depois, a dedicar seu tempo ao cinema. O que à primeira vista parecia um erro, hoje se mostra uma decisão das mais acertadas. Pelo menos para os amantes da “Sétima Arte”. A prova é Direito de Amar. Retratando apenas um dia

Drama

Menina de Ouro

Há alguns filmes que precisamos postar aqui – um blog de cinema. Já não são novos, mas são daqueles que, mesmo vistos várias vezes, jamais perdem a qualidade. Daqueles que mesmo com pouco tempo de “vida” já estão no panteão do cinema. Menina de Ouro é exemplo. De 2004, a obra, baseada em história de F.X. Toole, é avassaladora. Consolidou Hilary Swank, que já havia ganho o Oscar por Meninos Não Choram, como atriz do primeiro time e trouxe de

Drama

O Desafio de Darwin

Charles Darwin, aquele mesmo da Teoria da Evolução. Para a maioria das pessoas, um senhor com longa barba branca, que viveu há muitos e muitos anos. Não… não é este o retratado em O Desafio de Darwin. No filme, uma incursão da National Geographic ao cinema, Darwin é o cara que já viajou à América do Sul com o navio H. M. S. Beagle e passa por um momento de ameaça à sua revolucionária teoria. A ameaça é de Alfred

Drama

Depois do Casamento

Depois do Casamento tem um pecado: os atores não correspondem ao roteiro. A cineasta dinamarquesa Susanne Bier consegue cativar, mas as atuações põem em dúvida a qualidade da obra. A história – lançada em 2006 – é centrada em Jacob, dinamarquês que escolheu viver na Índia, onde cuida de um orfanato prestes a fechar. Jørgen, um milionário também dinamarquês, oferece milhões de dólares para manter o lugar, mas impõe uma condição: conhecer Jacob pessoalmente. O protagonista deixa os meninos indianos

Drama

Conduta de Risco

Sete indicações ao Oscar, com um deles entregue a Tilda Swinton, como Atriz Coadjuvante. Mais oito indicações ao Globo de Ouro, vencendo em Drama, Ator (George Clooney), Ator Coadjuvante (Tom Wilkinson) e Atriz Coadjuvante (Tilda). Conduta de Risco tem credenciais para ser um ótimo filme – e não desaponta. Michael Clayton (Clooney) – nome original da obra (o melhor, desta vez, seria o de Portugal: Uma Questão de Consciência) – trabalha em uma das maiores firmas de advocacia em Nova

Drama

Morangos Silvestres

Devo ser masoquista. Sim… só isso pode explicar o motivo de eu ver mais um filme de Ingmar Bergman. Até hoje havia tentado três: Um Barco para a Índia, Porto e O Sétimo Selo. Destes, somente o último “até vale o ingresso”. Os outros são ruins, pelo menos quando assistidos hoje. Mas não é que me dei bem? Morangos Silvestres, de 1957, é beeeeeem acima destes outros. Vencedor do Urso de Ouro no Festival de Berlim de 1958, o filme

Drama

É Proibido Fumar

Durval Discos. Tem gente que adora, tem gente que odeia. Eu estou no segundo time. Mas qual seja o seu, veja É Proibido Fumar, o grande vencedor do Festival de Brasília em 2010 (oito prêmios, incluindo Melhor Filme). A ligação entre os dois filmes está em Anna Muylaert . São os dois longas que ela dirigiu até hoje. Mas a diferença – pelo menos para os que odeiam – é enorme. Professora de violão, solitária, um pouco ranzinza e “paradona”,