Drama
Nosso Lar
Não sou espírita, nunca li um livro de Chico Xavier (pretendo ler), não tenho a mínima ideia de como o “céu” é descrito pelo médium. Mas, curioso, decidi ver Nosso Lar, já que Chico Xavier – O Filme me agradou muito. Fiquei um tanto decepcionado. Nosso Lar aborda a morte de André Luiz, médico e escritor póstumo. Ele foi um dos principais parceiros, senão o principal, de Xavier em sua mediunidade, o que propiciou 14 livros da dupla (Xavier como
Iris
Escritora e filósofa, Iris Murdoch era, e ainda é, uma referência na Inglaterra. Professora na Universidade de Oxford, na década de 50, ficou conhecida por sua militância de esquerda e pelo espírito libertário. Morreu em 1999, aos 79 anos. É ela quem dá o nome ao filme Iris, um encontro de quatro atores em excepcionais trabalhos, como raramente é possível ver nas telas. Casada por 43 anos com John Bailey (que escreveu dois livros – A Memoir e Elegy for
Desconhecido
Feriadão de Carnaval é sinônimo de sossego em São Paulo… menos nos cinemas. Não consegui assistir a O Discurso do Rei, nem a Cisne Negro. Salas lotadas, filas enormes, horários sem assentos, um inferno. Mas no segundo shopping, na segunda tentativa, resolvi pegar o que estivesse disponível: Desconhecido, com Liam Neeson à frente. Surpreendentemente, gostei! A história é a seguinte: Martin Harris (Neeson), americano, viaja para a Alemanha acompanhado da esposa (interpretada por January Jones), com o objetivo de participar
127 Horas
Pare tudo e vá ver. Está aí um filme que merece esta frase. Que filmaço! Acabo de assisti-lo no cinema. 127 Horas é tenso, denso, uma paulada… uma lição de vida. Dirigido e roteirizado por Danny Boyle (do estupendo Quem Quer Ser Um Milionário?, Cova Rasa, A Praia… o cara é ótimo!), a produção narra a história real do alpinista americano Aron Ralston, que ficou este período com o braço preso em uma rocha no Bluejohn Canyon, Estados Unidos. James
Dois Homens Contra Uma Cidade
Como é bom o cinema da década de 1970! É incrível. Raramente aparece uma porcaria. Dois Homens Contra Uma Cidade é de 1973, mais um exemplo de obra-prima deste período. O filme relata a vida de um ex-presidiário (Alain Delon), que por 10 anos ficou encarcerado. Ele sai da cadeia ajudado por um representante do serviço educacional do governo (Jean Gabin), encarregado de recuperar os bandidos. De volta à vida livre, passa a ter de aturar a perseguição de um
Persépolis
Persépolis era a antiga capital da Pérsia, desde 1935 Irã para o ocidente. Neste país, onde as mulheres são segregadas de maneira tão horrenda, se situa uma das mais belas animações da história do cinema: exatamente Persépolis. É o filme que nos leva a conhecer a história de Marjane Satrapi, filha de pais lúcidos e, por isso, rebeldes, que tentam de todas as maneiras proteger a menina e os familiares mais próximos, em meio a política, guerra, torturas e assassinatos.
O Vencedor
O título já entrega tudo: mais uma história de auto-ajuda. E é mesmo! Mas o que faz de O Vencedor um filme bom são os atores. Mark Wahlberg treinou boxe durante quatro anos para viver o lutador Micky Ward, que, como o nome do filme indica, sofre bastante na vida até consagrar-se campeão mundial. Christian Bale (o Batman) perdeu 14 quilos para interpretar o irmão de Micky, o ex-boxeador Dicky Eklund, um viciado em crack decadente e problemático. Bale ganhou
Bruna Surfistinha
Tem que ter coragem pra fazer o que Déborah Secco faz em Bruna Surfistinha. Posso dizer que me surpreendi, porque apesar de aparecer nua em 70% do filme, ela não está tão mal e caricata como nas novelas que faz. Bruna Surfistinha é baseado no livro “O Doce Veneno do Escorpião” e conta a história de uma garota de programa que entra “pra vida” depois de fugir da casa dos pais adotivos aos 17 anos. Eu não li o livro,
Amor à Flor da Pele
Com este nome, Amor à Flor da Pele pode levar à impressão de se tratar de um filme com tórridas cenas românticas. Não se iluda. É o inverso. É puramente um filme sobre amor, que se sustenta – muito bem – sem qualquer cena com beijo (sexo, então, nem pensar). A beleza do filme de Hong-Kong está justamente na maneira elegante de retratar uma história de amor em 1962. Chow, jornalista, e Li-Chun, uma linda secretária, são vizinhos e descobrem
Antes Que o Mundo Acabe
Bem dirigido, editado e até que bacaninha. Mas estou um pouco cansado de ver filme sobre o nada, ou melhor, o quase nada. Antes Que o Mundo Acabe é assim. A produção brasileira narra um pedaço da vida do adolescente Daniel, que está em uma fase ruim: seu melhor amigo está sendo acusado de roubo, sua namorada o dispensa e seu pai, que nunca apareceu, resolve surgir, por intermédio de cartas. É isso. O filme é só sobre isso. Pega

