Posts From Danilo Vicente
Superbad – É Hoje
Ok, o nome e o cartaz já assustam. Parece vir mais um besteirol americano, mais uma comédia em que os garotos do colegial querem transar com as garotas e tudo se resume a se dar bem em uma festa. Pois bem… se você pensou assim, incrível, acertou em cheio! Superbad – É Hoje é exatamente isso! Não… isso não quer dizer que o filme seja ruim. Mas é claro que fica longe de ser uma obra-prima. Jonah Hill e Michael
Direito de Amar
Tom Ford foi, até 2004, estilista da Gucci, o responsável por revitalizar a imagem da grife italiana. Tornou-se um dos nomes mais importantes da alta costura. De repente, deixou a marca por “diferenças criativas” com os executivos. Passou, tempos depois, a dedicar seu tempo ao cinema. O que à primeira vista parecia um erro, hoje se mostra uma decisão das mais acertadas. Pelo menos para os amantes da “Sétima Arte”. A prova é Direito de Amar. Retratando apenas um dia
Tá Chovendo Hambúrguer
Adoro assistir a desenhos. Monstros S. A., Toy Story, Shrek, Up – Altas Aventuras… enfim, vejo todos. Hoje me deparei com um diferente. Tá Chovendo Hambúrguer é mais infantil do que estes outros. Explico, já que no fundo todos são infantis. É que este não se preocupa em trazer mensagens sérias (mesmo que subliminares), não tem dois “mundos” (das crianças e dos adultos”) e é de um “non sense” total, a começar pelo título. Baseado em um livro infantil dos
Menina de Ouro
Há alguns filmes que precisamos postar aqui – um blog de cinema. Já não são novos, mas são daqueles que, mesmo vistos várias vezes, jamais perdem a qualidade. Daqueles que mesmo com pouco tempo de “vida” já estão no panteão do cinema. Menina de Ouro é exemplo. De 2004, a obra, baseada em história de F.X. Toole, é avassaladora. Consolidou Hilary Swank, que já havia ganho o Oscar por Meninos Não Choram, como atriz do primeiro time e trouxe de
Sábado 14 – Reunião Infernal
Achei! Consegui encontrar na internet a sinopse do pior filme de toda a minha vida – até agora. É “Sábado 14 – Reunião Infernal”, que pelo nome já se nota: uma enorme porcaria. Mas como foi que eu caí nesta armadilha? Ahhh… isso foi há muitos anos. Ainda adolescentes, sem nada pra fazer, resolvemos – três amigos e eu – pegar um filme na locadora (ainda existe isso?). Mas eis que um deles falou: “não, tem um lá em casa.
King Kong X Godzilla
Sim, eu tive coragem: assisti a King Kong X Godzilla. Vi a versão norte-americana, do estúdio Universal, com todos os personagens falando inglês. É simplesmente uma continuação de Inoshiro Honda ao seu clássico Godzilla (há pelo menos 28 filmes do monstrengo!). Simplesmente mesmo! Pois haja simplicidade nesta obra de 1963. É uma mistura de Chapolim Colorado (com suas pedras de isopor em Marte) e Jaspion (com seus monstros gigantes). Sucesso de público no Japão (haveria uma continuação, chamada Continuação: King
O Desafio de Darwin
Charles Darwin, aquele mesmo da Teoria da Evolução. Para a maioria das pessoas, um senhor com longa barba branca, que viveu há muitos e muitos anos. Não… não é este o retratado em O Desafio de Darwin. No filme, uma incursão da National Geographic ao cinema, Darwin é o cara que já viajou à América do Sul com o navio H. M. S. Beagle e passa por um momento de ameaça à sua revolucionária teoria. A ameaça é de Alfred
Depois do Casamento
Depois do Casamento tem um pecado: os atores não correspondem ao roteiro. A cineasta dinamarquesa Susanne Bier consegue cativar, mas as atuações põem em dúvida a qualidade da obra. A história – lançada em 2006 – é centrada em Jacob, dinamarquês que escolheu viver na Índia, onde cuida de um orfanato prestes a fechar. Jørgen, um milionário também dinamarquês, oferece milhões de dólares para manter o lugar, mas impõe uma condição: conhecer Jacob pessoalmente. O protagonista deixa os meninos indianos
Conduta de Risco
Sete indicações ao Oscar, com um deles entregue a Tilda Swinton, como Atriz Coadjuvante. Mais oito indicações ao Globo de Ouro, vencendo em Drama, Ator (George Clooney), Ator Coadjuvante (Tom Wilkinson) e Atriz Coadjuvante (Tilda). Conduta de Risco tem credenciais para ser um ótimo filme – e não desaponta. Michael Clayton (Clooney) – nome original da obra (o melhor, desta vez, seria o de Portugal: Uma Questão de Consciência) – trabalha em uma das maiores firmas de advocacia em Nova
Morangos Silvestres
Devo ser masoquista. Sim… só isso pode explicar o motivo de eu ver mais um filme de Ingmar Bergman. Até hoje havia tentado três: Um Barco para a Índia, Porto e O Sétimo Selo. Destes, somente o último “até vale o ingresso”. Os outros são ruins, pelo menos quando assistidos hoje. Mas não é que me dei bem? Morangos Silvestres, de 1957, é beeeeeem acima destes outros. Vencedor do Urso de Ouro no Festival de Berlim de 1958, o filme

