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Quando Papai Saiu em Viagem de Negócios
Nos anos de 1960, na Iugoslávia, um pai de família desaparece. Para o filho pequeno é dito que ele viajou a negócios. Daí o título Quando Papai Saiu em Viagem de Negócios, já que todo o longa é narrado pelo menino. São os anos em que a Iugoslávia resiste ao dogmatismo Stalinista. E já se sabe que há algo errado nesta viagem. Premiado com a Palma de Ouro no Festival de Cannes e indicado ao Oscar e ao Globo de
360
Decisões que podem mudar um destino, não apenas de uma pessoa, mas dela e de gente próxima . 360, o mais recente filme de Fernando Meirelles, é sobre qual caminho percorrer, sobre qual lado escolher em determinado momento da vida. Definitivamente não é o melhor filme do brasileiro. Cidade de Deus e O Jardineiro Fiel são bem superiores. 360 peca até mesmo por falhas no roteiro, em forçadas de barra que não encaixam. Anthony Hopkins, Jude Law, Rachel Weisz, Ben
O Ditador
Há quem ame e há quem odeie o estilo de Sacha Baron Cohen. Primeiro em “Borat” (2006), ele interpretou um jornalista do Cazaquistão que viaja pelos Estados Unidos entrevistando personalidades (sem elas saberem que o jornalista era falso); depois foi “Brüno” (2009), um fashionista austríaco afetado. Agora, em “O Ditador”, ele volta para interpretar um general de um país africano que faz de tudo para coibir a democracia. Em todos esses filmes há muitos elementos em comum: crítica política e
O Golpe
Morgan Freeman não é infalível. Como topou fazer O Golpe é algo que só Deus responde. Que filme ruim – mesmo com um cara do calibre dele. Jack Ryan é um trapaceiro recém-chegado ao Havaí. Logo briga com o cara que “manda” na ilha, o mais rico do lugar. E se envolve com Nancy Hayes, a namorada deste cara. Walter Crewes (Morgan Freeman), juiz, é seu único amigo. Jack e Nancy, claro, tramam contra o ricaço, um golpe que os
Sentidos do Amor
Esqueça este título mela-cueca. Sentidos do Amor é um filmaço. A ideia não é original, com um toque de Ensaio Sobre a Cegueira (que virou um longa ótimo) e Melancolia (barbaridade de bom). Mas nem por isso deixa de ser diferente, arrebatador. Já deu para perceber que gosto de histórias sobre momentos apocalípticos, não? Adoro! E adorei este. O longa gira em torno de um chef de cozinha e uma epidemiologista que se encontram no início de uma epidemia global
A Festa Nunca Termina
Década de 1970, primeiro show dos Sex Pistols na cidade inglesa de Manchester. Umas 40 pessoas na platéia. Entre elas, Tony Wilson, um criativo apresentador de TV local. Ao perceber que algo importante acontecia naquele teatro – o despertar do punk para uma massa de jovens -, ele resolve apostar, e ganhar dinheiro: cria uma gravadora, a Factory Records, e uma casa de shows-balada, a Haçienda. Simplesmente, visionário. A história relatada no filme é real. Hoje, Wilson é considerado o
Aqui é o Meu Lugar
Qual é o seu lugar na vida? É o que pergunta e tenta responder “Aqui é o meu lugar”. Sean Penn “é” o filme. E isso é ótimo, pois ele quase sempre manda bem. Penn interpreta o cinquentão Cheyenne, ex-astro da música que passa por um (longo) período de ostracismo e vive de aplicações na bolsa de valores. O visual dele é uma mescla de Robert Smith, do The Cure, mas com a leseira atual de Ozzy Osbourne, do Black
A Cadela
Há alguns filmes com o sugestivo nome A Cadela. Um é de 1931, do diretor Jean Renoir Este é outro. É de 1972, do diretor Marco Ferreri. Sou fã desta década no cinema. Mas este filme não me convenceu. Catherine Deneuve e Marcelo Mastroianni protagonizam uma estranha história. Após uma briga, Liza (Catherine Deneuve) abandona seus amigos, desce de um veleiro e se abriga em uma ilha, onde moram Giorgio (Mastroianni), um artista de meia idade, e seu cachorro Melampo.
Coriolano
Adaptar uma peça de Shakespeare para o cinema não deve ser tarefa fácil. A época era outra, os diálogos eram descritos de maneira diferente – pomposa – e cai-se sempre na luta de espadas. Ralph Fiennes tentou em Coriolano. E não conseguiu. O filme tem um gravíssimo problema: não adapta as falas dos personagens. Os diálogos são os usados em 1500. Aí fica muuuuiiiiiittttttoooooooo chato. A confusão é enorme. Fiennes, fã confesso de Shakespeare, especialmente da peça Coriolano, não segue
Jovens Adultos
Fase Charlize Theron. Dois filmes seguidos dela. Depois de Terra Fria, assisti a Jovens Adultos. Realmente a moça é talentosa. Neste, ela e Patton Oswald encantam. Curiosamente, Charlize tem escolhido filmes em que fica feia (sim, isso é possível). Neste, logo de cara está sem maquiagem, jogada às traças. É a escritora Mavis Gary, especializada em livros da tal categoria “Jovens Adultos”, um eufemismo para “Adolescentes”. Ela saiu de sua terra natal para vencer na cidade grande. Conseguiu, mas percebe

