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Amor a Toda Prova
Eis uma comédia que provoca risadas e gargalhadas sem forçar a barra. Amor a Toda Prova tem em Steve Carell, Ryan Gosling, Julianne Moore e Emma Stone um quarteto forte demais, em um filme com um toque de A Pequena Miss Sunshine. Ótima opção! Gosto de Steve Carell. Sempre dou risada com ele. Talvez tenha ficado impressionado com sua atuação em A Pequena Miss Sunshine. Mas de lá para cá ele tem sempre me agradado. Neste filme, ele, que também produz
E Aí, Comeu?
Assistiu a “Cilada.com”? Aquela porcaria… Se não, ok, você não está com o pé atrás com Bruno Mazzeo. Se sim, provavelmente você não quer ver “E Aí, Comeu?”. Eu estava no segundo time e enfrentei o ranço por que muita gente elogiou a nova empreitada do ator. Com razão, agora posso dizer. “E Aí, Comeu?” é muito, mas muuuiiitttttttoooo, melhor que o primeiro filme dele. Mazzeo, Marcos Palmeira e Emilio Orciollo Netto fazem três amigos botequeiros saídos da peça homônima
Batleship – A Batalha dos Mares
Caí no conto do vigário. Pensei que Batleship – A Batalha dos Mares fosse a versão cinematográfica do jogo Batalha Naval (aquele antigo, de tabuleiro). Isso está escrito por aí, em sites e blogs. Balela. Na verdade, é a versão do jogo de videogame Batleship. Logo de cara vi que tinha algo errado, pois a abertura do filme é sobre possível vida em um planeta semelhante à Terra. Com 10 minutos percebi, desculpe o trocadilho, o barco furado que estava
O Enviado
Dean O’Dwyer é um DJ em cadeira de rodas. Ele busca qualquer chance de cura. Ao ir a uma igreja, acorda com o poder de curar… todos, menos ele. O Enviado é dirigido e estrelado por Mark Ruffalo, que interpreta o padre que pretende ajudar o abençoado. Não é o melhor filme da história. Mas até que vale o ingresso. Também estão no elenco Orlando Bloom, Juliette Lewis e Laura Linney. O roteirista Christopher Thornton é também o protagonista, o
Escritores da Liberdade
Escritores da Liberdade é baseado em uma história real. Estrelado por Hilary Swank, conta a incursão da professora Erin Gruwell, cheia de ideais e sonhos, no sistema educacional. Em uma escola que ensaia uma nova forma de educação, misturando bons e maus alunos, ricos e pobres, ela tem de lidar com uma guerra de grupos: negros, brancos, asiáticos e latinos. Parece um filme de superação em grupo, com mestres e alunos se unindo. E é. Mas passa realmente a cativar
Cosmópolis
É por isso que gosto deste blog (há outros motivos, mas este é um deles): a crítica pseudo-inteligente elogiou este filme. Gosto é gosto e há muita gente inteligente que gostou. Mas em geral os críticos disseram que Cosmópolis é a “depuração do diretor David Cronenberg”, que é uma “crítica fiel ao século 21”, que “é um filme a ser compreendido aos poucos”. Bla, bla, bla. Parece que eu, um reles morta, não tenho inteligência suficiente para entender a obra.
Reis e Ratos
Um elenco estelar não é garantia de um grande filme. Espécie de Onze Homens e Um Segredo brasileiro, Reis e Ratos conseguiu juntar Selton Mello, Rodrigo Santoro, Seu Jorge, Cauã Reymond e Otávio Muller. Mas, aí está o problema, pecou no roteiro. É o típico filme que precisa de explicação, precisa de leitura prévia da sinopse. E assim já perde a graça. Graça, aliás, não é a melhor palavra. Reis e Ratos não é para ser engraçado. Escrito e dirigido
Para Sempre
Para Sempre faturou US$ 120 milhões nos Estados Unidos. O principal motivo para tanto dinheiro está em sua capacidade de sensibilizar a plateia. É um romance ao estilo Nicholas Sparks, que ultimamente chegou ao cinema com Querido John, A Última Música e Diário de Uma Paixão. Mas não é do escritor – é, sim, baseado em uma história real de Kim e Krickitt Carpenter. O ponto de partida da trama é muito bom: um casal sofre um acidente e a
Viajar É Preciso
Um casal troca Nova York por Atlanta, atrás de dinheiro. A dupla vai morar na casa do irmão babaca dele. Logo, logo George e Linda caem na Elysium, uma comunidade hippie. Será esse o recomeço que precisam? Essa é a sinopse de Viajar É Preciso. Mas é uma comédia, um romance ou um drama? Se a descrição não esclarece, o próprio filme não decide. Jennifer Aniston é Linda. Paul Rudd interpreta George. Quando eles chegam à comunidade hippie, parece que
O Impossível
Desculpe, mas tenho de começar com um trocadilho. É impossível achar este filme ruim. O Impossível pode até não ser considerado ótimo por alguém, o que eu duvido, mas “ruim” é uma classificação inexistente para este longa. Ao contrário! A história não é nova. Já esteve em parte de Além da Vida, com efeitos visuais de tirar o fôlego, quase que literalmente. Mas Além da Vida começa com o tsunami na Tailândia em 2004 e parte para três histórias interligadas,

