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Nove Rainhas
Cinema argentino precisa ter… Ricardo Darín. Só dá ele nos filmes dos hermanos. Não que isso seja ruim – ao contrário, o cara é muito bom. Depois de 11 anos consegui assistir a Nove Rainhas, mais um que ele protagoniza. Novamente o resultado satisfaz. Mas, como havia lido que este era um dos melhores títulos da história do país vizinho, fiquei um tanto decepcionado. O filme é bom. Surpreende seu enredo de trapaças e conjecturas. Mas a surpresa vai até
Isto Não É Um Filme
Já havia assistido a um filme do iraniano Jafar Panahi, O Balão Branco, sem ficar encantado. Bom longa, mas sem algo que me marcasse. Ao ver o trailer de Isto Não É Um Filme caí em outra obra do diretor e roteirista. E esta, sim, é marcante! Arrisco-me a escrever que difere de tudo que já foi produzido no cinema. Jafar Panahi é um cineasta censurado. Seus filmes sempre abordaram a questão política do Irã, mesmo que indiretamente. Por isso
100.000 visitas
Chegamos a 100.000 visitas! Obrigado a todos que um dia acessaram o Não Entende Mas Comenta. Já são 730 filmes comentados por aqui. É a prova de que muita gente, como a gente, se interessa por cinema. Mais uma vez, obrigado!
Cartas para Deus
Primeiro aviso: Cartas para Deus é um filme religioso. Segundo aviso: isso geralmente significa que o filme é meia boca. Terceiro aviso: “geralmente” não significa “obrigatoriamente”. É o caso deste longa. Trata-se de uma boa história, inspirada em uma passagem real (aí me conquista), que fala de fé. O menino Tyler Doherty (Tanner Maguire) trava uma batalha diária contra o câncer. Ele não se deixa abalar e escreve diariamente cartas endereçadas para Deus. O carteiro Brady (Jeffrey Johnson), beberrão praticamente
Jogos Vorazes
É claro que encontraria um filme de aventura adolescente. E por isso mesmo fui atrás de Jogos Vorazes. Lutas, drama, romance, ação… enfim, uma boa diversão me esperaria. E foi exatamente assim. Estamos em um futuro distante. A população é controlada por um regime totalitário, que ratifica esse domínio realizando um evento anual – e mortal – entre os 12 distritos sob sua tutela. Vinte e quatro adolescentes – dois de cada distrito – devem lutar entre si, até que
Piratas Pirados
Adorei Piratas Pirados. A técnica de Stop Motion – com massa de modelar e, agora, umas peças de plástico – já não é novidade – Fuga das Galinhas e Wallace & Gromit – A Batalha dos Vegetais -, mas continua fazendo meu queixo cair. Combinada com um roteiro cheio de detalhes e de citações inteligentes, então, propicia muitas risadas e faz o tempo passar rapidinho. Que fique claro: este é um título para se divertir. Baseado em uma série recente
Bonequinha de Luxo
O clássico dos clássicos. Filme que eternizou Audrey Hepburn como musa, inspirou a moda e despertou nas mulheres de todo o mundo o desejo por uma joia da Tiffany’s, tradicional joalheria americana. O nome original do filme, aliás, é Breakfast at Tiffany’s e a única vez em que o local abriu em um domingo foi para a filmagem deste longa. Holly Golightly é uma prostituta de luxo que vive em Nova York às custas de seus amantes. Festas, roupas, coquetéis
Homens de Preto 3
Homens de Preto 3 pode não fazer o espectador morrer de rir, mas pode abduzir a seriedade do dia a dia. Diferentemente de todas as críticas que li, não é muito melhor que seu antecessor, o segundo da série, mas, até por isso, é bom. De vez em quando surge uma enxurrada de críticas sobre algum filme de um passado distante. Isso aconteceu com Homens de Preto 2 no lançamento deste número 3. Parece até que todo mundo, de maneira
Românticos Anônimos
Românticos Anônimos é um típico filme francês. Também é um típico filme com comida – chocolate – de fundo. Mas… é diferente. É, ao mesmo tempo, sobre uma doença que de início parece uma brincadeira, mas que claramente angustia o diretor Jean-Pierre Améris: a hiperemotividade. Estão nos 80 minutos do longa a leveza do cinema francês, com um romance entre o dono de uma fábrica de chocolate e sua nova contratada. Romance que fica açucarado com as cenas na fábrica,
O Garoto da Bicicleta
Vencedor do Grande Prêmio do Júri no Festival de Cannes em 2011, indicado ao Globo de Ouro em Filme Estrangeiro em 2012. Duas honrosas credenciais de O Garoto da Bicicleta. Não é o melhor filme de 2011. Mas em 87 minutos consegue contar bem uma história. E isso é um baita mérito. Já cansei de ver filme que tem uma boa ideia mas se perde no tamanho. Depois de um certo tempo fica chato, incômodo… um desperdício. Com 87 minutos

