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Drama

Almas à Venda

Paul Giamatti já fez Ganhar ou Ganhar – A Vida É Um Jogo, A Minha Versão do Amor e A Luta pela Esperança, três filmaços. Isso sem contar Sideways, que gosto, mas não acho tudo isso. Agora vem com mais um filme típico dele, Almas à Venda. O “típico dele” é porque Giamatti tem se especializado em filmes humanos, centrados em uma história ou passagem de vida específica, sempre com leveza. São longas inteligentes e curiosos. Tudo bem, o homem

Comédia

O Código Tarantino

Está aqui um ótimo exemplo de curta-metragem. Excelente. O Código Tarantino (dica da Angelica Vilela aqui no blog) consegue, em pouco menos de 11 minutos, mexer com a mente de quem gosta do trabalho do diretor e roteirista Quentin Tarantino. Com Selton Mello e Seu Jorge, o filme tem o tempo todo dois amigos conversando em um bar. O personagem de Selton solta uma teoria de ligações entre personagens dos diversos filmes de Tarantino, criando a concepção de um “mundo

Ação

Kill Bill – Volume 2

Este post precisa ser lido como assisti à saga de Beatrix Kiddo: primeiro o número 1 (clique no link ou veja abaixo), depois o número 2 (este). Aqui escrevo sobre Kill Bill – Volume 2, a ótima continuação da vingança de Beatrix contra Bill e seu time de assassinos. Não tem o brilho da primeira parte, mas é duca. Se em Kill Bill 1 Beatrix começa a matar quem acabou com sua vida (ela levou um tiro na cabeça de Bill

Ação

Kill Bill – Volume 1

“Paula Schultz – 1823 – 1893”. É o que está escrito na lápide da cova que Beatriz Kiddo é enterrada viva em Kill Bill – Volume 2 (quem assiste à novela Avenida Brasil agora já sabe de onde veio a cena com a protagonista Nina). Beatrix é também chamada de A Noiva e de Mamba Negra. Mas o nome não importa. Ela é, enfim, a vingativa que deseja matar Bill em Kill Bill. Fiquei louco para saber “quem, diabos, é

Comédia

Intocáveis

A história de um milionário tetraplégico que conta com os cuidados de um imigrante senegalês recém-saído da prisão é o filme francês de maior sucesso no mundo, em todos os tempos. Intocáveis já tem público de 23 milhões de pessoas nas salas internacionais, deixando para trás O Fabuloso Destino de Amélie Poulain. Acaba de estrear no Brasil com altos elogios. Todo mundo que assistiu, gostou. Ok, depois de ouvir tantos agrados, não achei o melhor filme de todos os tempos.

Suspense

À Beira do Abismo

Um homem recém-fugido da prisão está à beira de um prédio, pronto para se jogar. Lá vai o esquadrão da polícia de Nova York evitar o trágico desfecho. Ele exige que determinada policial seja a negociadora, a pessoa que vai evitar que se espatife no chão. Mas se quer se jogar, por que deseja esta mulher conversando ali perto? Esse é um dos pontos fracos – que tentam ser surpresas – de À Beira do Abismo. Não apenas o personagem

Ficção

Borboletas Indômitas

“Saber atuar é importante em qualquer profissão, principalmente a tua”. A frase é de um senador para uma prostituta, no quarto de um flat, momento antes do desfecho de Borboletas Indômitas. É a deixa para a história virar de cabeça para baixo e passar de um corriqueiro dia a dia em Brasília para a pura vingança. O político estava certo. Nathália Rodrigues – a sensação do cabaré na novela global Gabriela, capa da Playboy de agosto -, Ana Carolina Lima

Drama

Paraísos Artificiais

Paraísos Artificiais tem o mérito de ser um filme diferente. É uma ficção focada nas festas raves, com um romance por trás. Aborda o tráfico e o consumo de drogas, mas com foco na classe média (“uma história de amor e êxtase”, segundo o subtítulo no cartaz, nos dois sentidos). Não é o melhor filme nacional da história, mas, sim, é bom. Erika (Nathalia Dill) é uma DJ em começo de carreira, muito amiga de Lara (Lívia de Bueno). Juntas,

Drama

Horas de Medo

Recentemente assisti a Reféns, filme americano bem meia boca com Nicole Kidman e Nicholas Cage. O espanhol Horas de Medo tem a mesma ideia: uma família é vítima de um sequestro em sua casa (daí o título original Secuestrados) e passa horas sob violência e medo da morte. Mas, acredite, não há comparação: é uma aula de como fazer um ótimo filme; deixa Holywood no chinelo! Horas de Medo é, sem dúvida, um dos mais violentos filmes que já assisti.

Ação

Segurança Nacional

Estou abismado. Há 5 minutos terminei de assistir ao filme Segurança Nacional. E corri para o teclado porque preciso registrar: é o pior filme brasileiro de todos os tempos! Pelo menos dos que eu vi, com certeza! Mais: está entre os piores de qualquer país. Simplesmente uma bomba! Uma não, duas! Propaganda descarada das Forças Armadas e da Agência Brasileira de Investigação Inteligência (Abin), Segurança Nacional tenta imitar o cinema de ação dos Estados Unidos. O roteiro – péssimo – é sobre