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Comédia

Até que a Sorte Nos Separe

Até que a Sorte Nos Separe 2 está estourado no cinema. “Será que é bom?”, pensei eu. Mas para assistir à continuação precisaria ver o original. E assisti Até que a Sorte Nos Separe. Está longe de ser um espetáculo, mas até que vale o ingresso. O filme é todo Leandro Hassum. É uma comédia de caricatura, que exagera estereótipos: gordos, nerds, gays, mulheres fáceis, femmes fatales etc. Mas e daí? Quem se propõe a assistir a Até que a

Suspense

Elementos de Um Crime

Ninfomaníaca está chegando aos cinemas em 2014 com todo a expectativa que um filme de Lars von Trier causa. Só se fala nele. O “pai” de Melancolia, Anticristo, Dogville, Dançando no Escuro e Europa, entre outros, era só um novato em 1984, quando estreou em longas metragens com Elementos de Um Crime. Como sou fã de suas obras, resolvi ir à nascente. Pelo menos ficou a certeza de que é possível aprender com o passar dos anos. Elementos de Um

Drama

Lovelace

Apesar do que li na maioria das críticas, assisti a Lovelace. E mais uma vez percebi que muitos críticos pouco combinam com meu gosto. É um bom filme, nada mais que isso. Mas é bom. A história é sobre Linda Lovelace, atriz de fama insignificante hoje em dia, ainda mais aqui no Brasil. Já seu filme… Garganta Profunda é o maior sucesso do cinema pornográfico. De 1972, não apenas alterou a cultura sexual dos Estados Unidos, como influenciou a liberdade

Comédia

O Casamento do Ano

Robert De Niro, Diane Keaton, Susan Sarandon e Robin Williams. Um quarteto das antigas, peso-pesado de Holywood. Há mais: Katherine Heigl, Amanda Seyfried e Topher Grace. Sete. Sete famosos, alguns melhores que os outros, mas no geral bons atores. Nem eles conseguem segurar O Casamento do Ano! O filme é típico de Sessão da Tarde. É, sendo generoso, muito meia-boca. O longa é uma mistureba só. Don – um artista plástico (De Niro) – se reencontra com a ex-esposa, Elie

Ficção

Gravidade

Oscar chegando. E a oferta de filmes no cinema sempre cresce. Não meramente filmes… mas os grandes do ano anterior geralmente aparecem por aqui, no Brasil, em janeiro e fevereiro. Este é um deles. Gravidade é grande, não apenas por seus efeitos especiais para lá de ótimos. É, sim, de grudar os olhos na tela e torcer pelos personagens. A ficção científica se passa no espaço, na órbita terrestre. Uma equipe de instala novas partes no telescópio Hubble. Um dia

Ação

Red 2 – Aposentados e Ainda Mais Perigosos

É raro, mas acontece. Algumas vezes uma sequência de filme é melhor que o original. Com Red 2 – Aposentados e Ainda Mais Perigosos é assim. Como no primeiro, o grande charme do filme é ter atores do principal time de Holywood em papéis agentes da CIA (a agência policial americana) aposentados. Cada um tem sua especialidade. Bruce Willis é o líder. John Malkovich, o “maluco”. E Helen Mirren é a expert, com a melhor pontaria para tiro. O trio

Ação

Capitão Phillips

É possível um filme de ação ser daqueles inesquecíveis, que estão na lista dos cinco melhores da gente? Sim, é possível, acredito. Ontem assisti a Capitão Phillips. Não está no meu “top 5”. Mas é um filmaço. Estrelado por Tom Hanks, o longa sabe juntar duas características que marcam. (Mais) Uma estupenda interpretação do protagonista e um roteiro de tirar o fôlego. É incrível como Hanks é bom. Não entro nesta onda de dizer que Capitão Phillips é sua volta

Drama

O Último Elvis

Decidi começar 2014 escrevendo sobre um bom filme. Não é alegre, nem tem uma história de superação, temas recorrentes em inícios de anos, quando as pessoas estão, em geral, mais felizes. É simplesmente um bom filme, que pode servir para passar uma boa hora e meia em frente ao DVD nos primeiros passos no novo ano. O Último Elvis é, no mínimo, pitoresco. Com um ótimo achado como protagonista, músicas do rei do Rock’n’roll e uma história que cativa, é

Aventura

Colegas

É sensacional a ideia de Colegas! Três atores com Síndrome de Down protagonizam um filme sobre um trio de amigos que sai em busca de liberdade e realização de sonhos. Pena, mas uma pena mesmo, que o filme é ruim. Não consegui achar uma resenha que analisasse o filme como ele deve ser analisado: como um filme. Todo mundo escreveu sobre a maravilha de se pular o obstáculo da Síndrome de Down e lançar uma inédita obra com três atores

Drama

Ginger & Rosa

Ginger & Rosa tem a vantagem de contar com um elenco de qualidade, recheado de atores que seguram a bronca mesmo quando a obra é ruim. Só isso. Os atores e atrizes são competentes. Pena que a história é devagar demais, chata. Quem curte um filme com pegada mais existencialista pode até dar uma chance ao longa. Mas terá de se esforçar para gostar dele. Estamos em Londres, 1962. Ginger (Elle Fanning) e Rosa (Alice Englert, de Dezesseis Luas) são