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O Mordomo da Casa Branca
No final dos anos 20, o jovem Cecil Gaines vê seu pai sendo assassinado pelo senhorio da fazenda de algodão onde morava, no sul dos Estados Unidos. Em vez de se rebelar e tentar vingar o pai, o garoto é convidado a ser treinado pela mãe do assassino a servir à família como criado. Tempos depois, decide ir embora do campo para a cidade e vai se aprimorando na arte de servir. Já adulto, Cecil (Forest Whitaker) consegue dar uma
Azul é a Cor Mais Quente
*Por Juliana Santiago, enviada especial ao cinema Muito se ouviu e leu sobre as cenas de sexo (quentíssimas, diga-se de passagem) em Azul é a Cor Mais Quente (La Vie d’Adèle), mas o longa francês não é só isso e merece todos os prêmios que recebeu até agora. Além de agradar àqueles que fantasiam duas belas mulheres no ato, o filme chega a ser inquietante, e nos leva para uma trama de descobertas e desafios da passagem da adolescência para
Até que a Sorte Nos Separe
Até que a Sorte Nos Separe 2 está estourado no cinema. “Será que é bom?”, pensei eu. Mas para assistir à continuação precisaria ver o original. E assisti Até que a Sorte Nos Separe. Está longe de ser um espetáculo, mas até que vale o ingresso. O filme é todo Leandro Hassum. É uma comédia de caricatura, que exagera estereótipos: gordos, nerds, gays, mulheres fáceis, femmes fatales etc. Mas e daí? Quem se propõe a assistir a Até que a
Elementos de Um Crime
Ninfomaníaca está chegando aos cinemas em 2014 com todo a expectativa que um filme de Lars von Trier causa. Só se fala nele. O “pai” de Melancolia, Anticristo, Dogville, Dançando no Escuro e Europa, entre outros, era só um novato em 1984, quando estreou em longas metragens com Elementos de Um Crime. Como sou fã de suas obras, resolvi ir à nascente. Pelo menos ficou a certeza de que é possível aprender com o passar dos anos. Elementos de Um
Lovelace
Apesar do que li na maioria das críticas, assisti a Lovelace. E mais uma vez percebi que muitos críticos pouco combinam com meu gosto. É um bom filme, nada mais que isso. Mas é bom. A história é sobre Linda Lovelace, atriz de fama insignificante hoje em dia, ainda mais aqui no Brasil. Já seu filme… Garganta Profunda é o maior sucesso do cinema pornográfico. De 1972, não apenas alterou a cultura sexual dos Estados Unidos, como influenciou a liberdade
O Casamento do Ano
Robert De Niro, Diane Keaton, Susan Sarandon e Robin Williams. Um quarteto das antigas, peso-pesado de Holywood. Há mais: Katherine Heigl, Amanda Seyfried e Topher Grace. Sete. Sete famosos, alguns melhores que os outros, mas no geral bons atores. Nem eles conseguem segurar O Casamento do Ano! O filme é típico de Sessão da Tarde. É, sendo generoso, muito meia-boca. O longa é uma mistureba só. Don – um artista plástico (De Niro) – se reencontra com a ex-esposa, Elie
Gravidade
Oscar chegando. E a oferta de filmes no cinema sempre cresce. Não meramente filmes… mas os grandes do ano anterior geralmente aparecem por aqui, no Brasil, em janeiro e fevereiro. Este é um deles. Gravidade é grande, não apenas por seus efeitos especiais para lá de ótimos. É, sim, de grudar os olhos na tela e torcer pelos personagens. A ficção científica se passa no espaço, na órbita terrestre. Uma equipe de instala novas partes no telescópio Hubble. Um dia
Red 2 – Aposentados e Ainda Mais Perigosos
É raro, mas acontece. Algumas vezes uma sequência de filme é melhor que o original. Com Red 2 – Aposentados e Ainda Mais Perigosos é assim. Como no primeiro, o grande charme do filme é ter atores do principal time de Holywood em papéis agentes da CIA (a agência policial americana) aposentados. Cada um tem sua especialidade. Bruce Willis é o líder. John Malkovich, o “maluco”. E Helen Mirren é a expert, com a melhor pontaria para tiro. O trio
Capitão Phillips
É possível um filme de ação ser daqueles inesquecíveis, que estão na lista dos cinco melhores da gente? Sim, é possível, acredito. Ontem assisti a Capitão Phillips. Não está no meu “top 5”. Mas é um filmaço. Estrelado por Tom Hanks, o longa sabe juntar duas características que marcam. (Mais) Uma estupenda interpretação do protagonista e um roteiro de tirar o fôlego. É incrível como Hanks é bom. Não entro nesta onda de dizer que Capitão Phillips é sua volta
O Último Elvis
Decidi começar 2014 escrevendo sobre um bom filme. Não é alegre, nem tem uma história de superação, temas recorrentes em inícios de anos, quando as pessoas estão, em geral, mais felizes. É simplesmente um bom filme, que pode servir para passar uma boa hora e meia em frente ao DVD nos primeiros passos no novo ano. O Último Elvis é, no mínimo, pitoresco. Com um ótimo achado como protagonista, músicas do rei do Rock’n’roll e uma história que cativa, é

