Drama
A Teoria de Tudo
Diretamente escrevendo: A Teoria de Tudo é um baita filme. Seja pelo elenco, pelo diretor… seja pelo personagem principal, um homem que superou (e ainda supera) adversidades atrozes. Precisa ser apreciado. Trata-se da cinebiografia de Stephen Hawking, gênio da ciência moderna. Físico e cosmólogo, é das mentes mais brilhantes vivas, infelizmente também conhecido no mundo por ser portador da doença de Lou Gehrig, que impede quase todos os seus movimentos. O filme trata de seu surgimento na ciência, ainda como
Homens, Mulheres & Filhos
Jason Reitman construiu sua carreira apostando em filmes leves, nas chamadas comédias dramáticas. Assim são Amor Sem Escalas, sua melhor obra, Jovens Adultos, Obrigado por Fumar e Juno (Refém da Paixão já é mais pesado, focado no drama). E assim é Homens, Mulheres & Filhos. A trama segue um grupo de adolescentes do ensino médio e seus pais. A bola da vez para Reitman explorar relacionamentos é a onipresente internet. Ele mostra como adolescentes e adultos hoje em dia são
50 Tons de Cinza
“Mistura de Bruce Wayne com Rei do Camarote”. Essa definição (de Marcelo Hessel no Omelete) sobre Christian Gray, o macho-alfa de 50 Tons de Cinza, é perfeita! Com ela já dá para perceber o tom que o filme surge: nada de cinza; talvez um branco-pastel, branco-sonso, branco-nada. Baseado no best-seller homônimo de E. L. James, o filme é ruim para mais de metro. Não li o livro. E espero que seja melhor do que o longa, pois ainda alimento esperança
Entre Abelhas
Os nomes no comando de Entre Abelhas podem levar à ideia de que se trata de uma comédia. Ian SBF, o diretor dos vídeos da Porta dos Fundos, coloca em cena Fábio Porchat, Luis Lobianco, Marcos Veras e Leticia Lima, todos estrelas do fenômeno do YouTube. Mas não se engane. O longa foge do escracho e aposta no drama, na contramão do que o cinema nacional tem geralmente apresentado nos últimos anos. Irene Ravache e Giovanna Lancellotti se juntam à
Cake – Uma Razão para Viver
Muito se falou que Jennifer Aniston foi injustiçada no Oscar de 2015. Sua atuação em Cake – Uma Razão para Viver seria merecedora de, pelo menos, figurar entre as cinco finalistas. Assisti ao filme. E há total razão nesta reclamação. A produção do longa é da própria Aniston. E fica evidente que ela procurava um papel para mostrar uma nova possibilidade de atuação, longe de comédias românticas ou da Rachel, do seriado Friends. Mas e daí? O que importa é
O Homem que Fazia Chover
Pode-se dizer que John Grisham é um escritor especializado em tribunal. Ex-político e advogado aposentado, tem entre suas obras A Firma, O Júri, O Dossiê Pelicano, Tempo de Matar, Até que a Morte nos Separe e O Cliente, todos já transformados em filmes. O Homem que Fazia Chover é outro nesta lista. Dá até vontade de ler o livro. Matt Damon, Danny DeVito, Danny Glover, Mickey Rourke e Jon Voight foram escalados por Francis Ford Coppola, que dirige e roteiriza
Invencível – 2015
Angelina Jolie não precisava ser diretora. Com uma das carreiras mais bem sucedidas da história do cinema, a atriz enveredou para este caminho com Na Terra de Amor e Ódio, em 2012. Agora, em 2015, dirigiu Invencível. Infelizmente, não manda bem. O filme (não confundir com o homônimo de 2006, da Disney, com Mark Wahlberg, Greg Kinnear e Elizabeth Banks) é bom. Mas essa qualidade é muito por causa da incrível história baseada em fatos reais. É uma mistura de
Foxcatcher – Uma História que Chocou o Mundo
Está aí um filme que causa aflição no espectador. E isto, neste caso, é bom! Foxcatcher usa três atuações monumentais para contar uma história que choca o espectador, não por qualquer cena mais forte, mas pela aterradora possibilidade de comprovar como um ser humano pode juntar características pérfidas. Foxcatcher – Uma História que Chocou o Mundo erra no subtítulo em português, já que relata uma história que afetou os Estados Unidos, não o planeta todo. Mas quem assiste ao filme
Palácio das Ilusões
Jane Austen é a mais celebrada escritora de língua inglesa. Ok, talvez uma das mais celebradas (mas eu não lembro de outra tão famosa). Palácio das Ilusões é uma adaptação a seu livro Mainsfield Park. E o termo é esse mesmo: adaptação. A diretora Patricia Rozema toma como base os escritos da autora, mas só como base. De 1999, o filme transforma a heroína Fanny Price em uma jovem inteligente e assertiva. No livro, ela é, digamos, mais tonta. As
Um Sonho de Liberdade
Estou numa fase retrô, assistindo a filmes antigos. Agora foi a vez de rever Um Sonho de Liberdade. Deve ter sido a terceira vez. E, obviamente, continua ótimo! O primeiro ponto que preciso destacar é o elenco. Morgan Freeman e Tim Robbins estão demais! Freeman é sempre ótimo. Robbins está sumido, mas este é, acredito, seu principal filme. Estreia de Frank Darabont na direção (que depois faria À Espera de Um Milagre), o longa se situa em 1946. Andy Dufresne

