Drama
Invencível – 2015
Angelina Jolie não precisava ser diretora. Com uma das carreiras mais bem sucedidas da história do cinema, a atriz enveredou para este caminho com Na Terra de Amor e Ódio, em 2012. Agora, em 2015, dirigiu Invencível. Infelizmente, não manda bem. O filme (não confundir com o homônimo de 2006, da Disney, com Mark Wahlberg, Greg Kinnear e Elizabeth Banks) é bom. Mas essa qualidade é muito por causa da incrível história baseada em fatos reais. É uma mistura de
Foxcatcher – Uma História que Chocou o Mundo
Está aí um filme que causa aflição no espectador. E isto, neste caso, é bom! Foxcatcher usa três atuações monumentais para contar uma história que choca o espectador, não por qualquer cena mais forte, mas pela aterradora possibilidade de comprovar como um ser humano pode juntar características pérfidas. Foxcatcher – Uma História que Chocou o Mundo erra no subtítulo em português, já que relata uma história que afetou os Estados Unidos, não o planeta todo. Mas quem assiste ao filme
Palácio das Ilusões
Jane Austen é a mais celebrada escritora de língua inglesa. Ok, talvez uma das mais celebradas (mas eu não lembro de outra tão famosa). Palácio das Ilusões é uma adaptação a seu livro Mainsfield Park. E o termo é esse mesmo: adaptação. A diretora Patricia Rozema toma como base os escritos da autora, mas só como base. De 1999, o filme transforma a heroína Fanny Price em uma jovem inteligente e assertiva. No livro, ela é, digamos, mais tonta. As
Um Sonho de Liberdade
Estou numa fase retrô, assistindo a filmes antigos. Agora foi a vez de rever Um Sonho de Liberdade. Deve ter sido a terceira vez. E, obviamente, continua ótimo! O primeiro ponto que preciso destacar é o elenco. Morgan Freeman e Tim Robbins estão demais! Freeman é sempre ótimo. Robbins está sumido, mas este é, acredito, seu principal filme. Estreia de Frank Darabont na direção (que depois faria À Espera de Um Milagre), o longa se situa em 1946. Andy Dufresne
Frances Ha
O cartaz de Frances Ha me assustava: seria um filme sobre dança? A sinopse, para mim, confirmava, já que a protagonista é uma bailarina. Pensamento besta! Estava perdendo um belo filme! A dança está no longa protagonizado brilhantemente por Greta Gerwig. Mas a história é sobre uma garota avoada, um tanto doidinha, do bem. A Frances do título, uma bailarina, quer melhorar na vida em Nova York, mas quer também aproveitá-la. E essa segunda parte ela faz. Embora seja uma
Sociedade dos Poetas Mortos
Deve ter sido a quarta ou quinta vez que assisto a Sociedade dos Poetas Mortos. Em todas, acompanho passo a passo, olhos grudados na tela. Sei que está no top 5 de muita gente. Mas penso que, 26 anos depois de seu lançamento, é bem provável que gerações nascidas nas décadas de 1990 e 2000 jamais tenham visto. Um crime, capitão, meu capitão! A história do grupo de jovens guiado por um professor visionário nada tem de nova. Mas em
Ida
Primeiro ponto: Ida devia se chamar Wanda. Essa é a principal personagem do melhor filme estrangeiro de acordo com o Oscar de 2015. Segundo ponto: o fato de a personagem que mais se destaca ser originalmente coadjuvante atrapalha um tanto o longa. Escolhido o representante da Polônia na corrida pelo Oscar, Ida, todo em preto e branco, bateu o russo Leviatã, o argentino Relatos Selvagens, o estoniano Tangerines e Timbuktu, da Mauritânia. Só assisti ao argentino, melhor que o polonês.
Tempo de Despertar
Tempo de Despertar chamou minha atenção com a morte recente do neurologista Oliver Sacks. É dele o livro que originou o filme, baseado em sua experiência com pacientes que sofrem de encefalite letárgica. Sempre me pareceu algo científico demais, mas com Robert De Niro e Robin Williams à frente das câmeras resolvi encarar. Que bom! De 1990, o filme mostra quão especial era Sacks. No início deste ano ele revelou estar com câncer terminal, em um artigo para o jornal
Wiplash – Em Busca da Perfeição
Wiplash – Em Busca da Perfeição é um filme econômico. Não entenda isso como uma crítica. É uma obra direta, sem devaneios, sem vírgulas. Seus 115 minutos passam num piscar de olhos. Tudo funciona de maneira enxuta. O roteiro é construído em cima de personagens. E suas trocas furiosas não dão descanso. Milles Teller vive um baterista de jazz que frequenta uma das melhores escolas de música do mundo. Desejando fazer história, ele abraça na primeira oportunidade a chance de
Chef
DISPONÍVEL NA NETFLIX Pegue um ator/diretor/roteirista famoso, recheie com um elenco de estrelas, incluindo dois dos mais bem pagos artistas de Holywood, tempere com um roteiro simples. Não invente: siga à risca a receita. Coloque uma pitada de rodie movie, outra, inusitada, de uso das redes sociais na internet. Pronto: um belo longa-metragem irá aparecer na tela do forno… ops, do televisor. Chef é uma beleza de filme. Dirigido, roteirizado e protagonizado por Jon Favreau (Homem de Ferro 1 e

