Drama
Cake – Uma Razão para Viver
Muito se falou que Jennifer Aniston foi injustiçada no Oscar de 2015. Sua atuação em Cake – Uma Razão para Viver seria merecedora de, pelo menos, figurar entre as cinco finalistas. Assisti ao filme. E há total razão nesta reclamação. A produção do longa é da própria Aniston. E fica evidente que ela procurava um papel para mostrar uma nova possibilidade de atuação, longe de comédias românticas ou da Rachel, do seriado Friends. Mas e daí? O que importa é
O Homem que Fazia Chover
Pode-se dizer que John Grisham é um escritor especializado em tribunal. Ex-político e advogado aposentado, tem entre suas obras A Firma, O Júri, O Dossiê Pelicano, Tempo de Matar, Até que a Morte nos Separe e O Cliente, todos já transformados em filmes. O Homem que Fazia Chover é outro nesta lista. Dá até vontade de ler o livro. Matt Damon, Danny DeVito, Danny Glover, Mickey Rourke e Jon Voight foram escalados por Francis Ford Coppola, que dirige e roteiriza
Invencível – 2015
Angelina Jolie não precisava ser diretora. Com uma das carreiras mais bem sucedidas da história do cinema, a atriz enveredou para este caminho com Na Terra de Amor e Ódio, em 2012. Agora, em 2015, dirigiu Invencível. Infelizmente, não manda bem. O filme (não confundir com o homônimo de 2006, da Disney, com Mark Wahlberg, Greg Kinnear e Elizabeth Banks) é bom. Mas essa qualidade é muito por causa da incrível história baseada em fatos reais. É uma mistura de
Foxcatcher – Uma História que Chocou o Mundo
Está aí um filme que causa aflição no espectador. E isto, neste caso, é bom! Foxcatcher usa três atuações monumentais para contar uma história que choca o espectador, não por qualquer cena mais forte, mas pela aterradora possibilidade de comprovar como um ser humano pode juntar características pérfidas. Foxcatcher – Uma História que Chocou o Mundo erra no subtítulo em português, já que relata uma história que afetou os Estados Unidos, não o planeta todo. Mas quem assiste ao filme
Palácio das Ilusões
Jane Austen é a mais celebrada escritora de língua inglesa. Ok, talvez uma das mais celebradas (mas eu não lembro de outra tão famosa). Palácio das Ilusões é uma adaptação a seu livro Mainsfield Park. E o termo é esse mesmo: adaptação. A diretora Patricia Rozema toma como base os escritos da autora, mas só como base. De 1999, o filme transforma a heroína Fanny Price em uma jovem inteligente e assertiva. No livro, ela é, digamos, mais tonta. As
Um Sonho de Liberdade
Estou numa fase retrô, assistindo a filmes antigos. Agora foi a vez de rever Um Sonho de Liberdade. Deve ter sido a terceira vez. E, obviamente, continua ótimo! O primeiro ponto que preciso destacar é o elenco. Morgan Freeman e Tim Robbins estão demais! Freeman é sempre ótimo. Robbins está sumido, mas este é, acredito, seu principal filme. Estreia de Frank Darabont na direção (que depois faria À Espera de Um Milagre), o longa se situa em 1946. Andy Dufresne
Frances Ha
O cartaz de Frances Ha me assustava: seria um filme sobre dança? A sinopse, para mim, confirmava, já que a protagonista é uma bailarina. Pensamento besta! Estava perdendo um belo filme! A dança está no longa protagonizado brilhantemente por Greta Gerwig. Mas a história é sobre uma garota avoada, um tanto doidinha, do bem. A Frances do título, uma bailarina, quer melhorar na vida em Nova York, mas quer também aproveitá-la. E essa segunda parte ela faz. Embora seja uma
Sociedade dos Poetas Mortos
Deve ter sido a quarta ou quinta vez que assisto a Sociedade dos Poetas Mortos. Em todas, acompanho passo a passo, olhos grudados na tela. Sei que está no top 5 de muita gente. Mas penso que, 26 anos depois de seu lançamento, é bem provável que gerações nascidas nas décadas de 1990 e 2000 jamais tenham visto. Um crime, capitão, meu capitão! A história do grupo de jovens guiado por um professor visionário nada tem de nova. Mas em
Ida
Primeiro ponto: Ida devia se chamar Wanda. Essa é a principal personagem do melhor filme estrangeiro de acordo com o Oscar de 2015. Segundo ponto: o fato de a personagem que mais se destaca ser originalmente coadjuvante atrapalha um tanto o longa. Escolhido o representante da Polônia na corrida pelo Oscar, Ida, todo em preto e branco, bateu o russo Leviatã, o argentino Relatos Selvagens, o estoniano Tangerines e Timbuktu, da Mauritânia. Só assisti ao argentino, melhor que o polonês.
Tempo de Despertar
Tempo de Despertar chamou minha atenção com a morte recente do neurologista Oliver Sacks. É dele o livro que originou o filme, baseado em sua experiência com pacientes que sofrem de encefalite letárgica. Sempre me pareceu algo científico demais, mas com Robert De Niro e Robin Williams à frente das câmeras resolvi encarar. Que bom! De 1990, o filme mostra quão especial era Sacks. No início deste ano ele revelou estar com câncer terminal, em um artigo para o jornal

