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Frances Ha

O cartaz de Frances Ha me assustava: seria um filme sobre dança? A sinopse, para mim, confirmava, já que a protagonista é uma bailarina. Pensamento besta! Estava perdendo um belo filme! A dança está no longa protagonizado brilhantemente por Greta Gerwig. Mas a história é sobre uma garota avoada, um tanto doidinha, do bem. A Frances do título, uma bailarina, quer melhorar na vida em Nova York, mas quer também aproveitá-la. E essa segunda parte ela faz. Embora seja uma

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Sociedade dos Poetas Mortos

Deve ter sido a quarta ou quinta vez que assisto a Sociedade dos Poetas Mortos. Em todas, acompanho passo a passo, olhos grudados na tela. Sei que está no top 5 de muita gente. Mas penso que, 26 anos depois de seu lançamento, é bem provável que gerações nascidas nas décadas de 1990 e 2000 jamais tenham visto. Um crime, capitão, meu capitão! A história do grupo de jovens guiado por um professor visionário nada tem de nova. Mas em

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Ida

Primeiro ponto: Ida devia se chamar Wanda. Essa é a principal personagem do melhor filme estrangeiro de acordo com o Oscar de 2015. Segundo ponto: o fato de a personagem que mais se destaca ser originalmente coadjuvante atrapalha um tanto o longa. Escolhido o representante da Polônia na corrida pelo Oscar, Ida, todo em preto e branco, bateu o russo Leviatã, o argentino Relatos Selvagens, o estoniano Tangerines e Timbuktu, da Mauritânia. Só assisti ao argentino, melhor que o polonês.

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Tempo de Despertar

Tempo de Despertar chamou minha atenção com a morte recente do neurologista Oliver Sacks. É dele o livro que originou o filme, baseado em sua experiência com pacientes que sofrem de encefalite letárgica. Sempre me pareceu algo científico demais, mas com Robert De Niro e Robin Williams à frente das câmeras resolvi encarar. Que bom! De 1990, o filme mostra quão especial era Sacks. No início deste ano ele revelou estar com câncer terminal, em um artigo para o jornal

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Wiplash – Em Busca da Perfeição

Wiplash – Em Busca da Perfeição é um filme econômico. Não entenda isso como uma crítica. É uma obra direta, sem devaneios, sem vírgulas. Seus 115 minutos passam num piscar de olhos. Tudo funciona de maneira enxuta. O roteiro é construído em cima de personagens. E suas trocas furiosas não dão descanso. Milles Teller vive um baterista de jazz que frequenta uma das melhores escolas de música do mundo. Desejando fazer história, ele abraça na primeira oportunidade a chance de

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Chef

DISPONÍVEL NA NETFLIX Pegue um ator/diretor/roteirista famoso, recheie com um elenco de estrelas, incluindo dois dos mais bem pagos artistas de Holywood, tempere com um roteiro simples. Não invente: siga à risca a receita. Coloque uma pitada de rodie movie, outra, inusitada, de uso das redes sociais na internet. Pronto: um belo longa-metragem irá aparecer na tela do forno… ops, do televisor. Chef é uma beleza de filme. Dirigido, roteirizado e protagonizado por Jon Favreau (Homem de Ferro 1 e

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Boa Sorte

Quem acompanha o blog sabe que não sou o maior fã de filmes brasileiros. Há ótimos, claro. Mas há uma grande quantidade de porcarias. Este Boa Sorte está certamente próximo do primeiro grupo. É muito bom! Com João Pedro Zappa e Deborah Secco como protagonistas, o longa (baseado em texto de Jorge Furtado) acompanha a internação do adolescente João, diagnosticado com depressão. Seus pais o colocam em uma clínica psiquiátrica, onde está Judite, que tem aids e é dependente química.

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A Menina que Roubava Livros

Não li o livro. Ou seja, não sei se é melhor que o filme. Mas A Menina que Roubava Livros da telona é bom. A história é sobre a vida de Lisa. Sua mãe, perseguida pelo nazismo, a envia com o irmão para uma pobre cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los. O garoto morre no trajeto, deixando a jovem sozinha no mundo. Sua saga “a menina que roubava livros” inicia-se no enterro do irmão. O coveiro deixa

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Trainspotting – Sem Limites

“O filme mostra uso de heroína, resultando em depravação, linguagem suja, sexo, nudez e alguma violência”. O alerta do departamento de classificação de filmes nos Estados Unidos, de 1996, acerta na mosca. Trainspotting – Sem Limites é tudo isso. Mas não necessariamente “depravação, linguagem suja, sexo, nudez e alguma violência” são negativos.  Quase 20 anos depois do lançamento, assistir a Trainspotting em 2015 é diferente de vê-lo em 1996. O “politicamente correto” é outro, ainda que haja deputados religiosos querendo

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Jersey Boys – Em Busca da Música

Jersey Boys é a versão cinematográfica de Clint Eastwood para o homônimo musical de sucesso da Broadway. Mas não se trata de um filme musical convencional, como Moulin Rouge ou Burlesque. No longa, as canções só têm lugar no palco. E isso já me agrada. Baseado em história real, Jersey Boys são o cantor Frankie Valli e os demais integrantes do grupo The Four Seasons: Tommy DeVito, Bob Gaudio, o compositor dos maiores sucessos da banda (como “Sherry”, “Big girls