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A Chave de Sarah

Entre sete mil e treze mil pessoas – judeus franceses – arrancados de suas residências e jogados no velódromo de Paris. Segunda Guerra Mundial. A França colabora com a Alemanha nazista. O episódio já resultou em um filme muito bom, Amor e Ódio, com Jean Reno. Agora volta com A Chave de Sarah. É um bom filme, mas peca por criar uma história que confunde passado e presente. Norte-americana radicada em Paris, a jornalista Julia Jarmond (Kristin Scott Thomas) começa

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Somos Tão Jovens

Não sou fã da Legião Urbana. Nem nunca cultuei Renato Russo. Mas também não sou bobo de pensar que ambos não tenham marcado a música brasileira. Somos Tão Jovens conta a história de Renato, da formação do Aborto Elétrico, sua banda inicial, e chega ao sucesso da Legião. É um filme bem legal, seja ou não fã. A produção aborda os primeiros contatos de Renato com o punk e a construção do Aborto Elétrico. Ainda adolescente, ele passa a crescer

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Festa de Família

Festa de Família é do mesmo diretor e roteirista do estupendo A Caça, o dinamarquês Thomas Vinterberg. O segundo é o motivo de eu assistir ao primeiro. Não há dúvida de que o cara é fora de série! De início, uma família feliz. Pai comemorando 60 anos de idade com uma festona, ao lado da esposa e dos três filhos vivos (uma filha morreu há pouco tempo). Um deles é meio tresloucado, mas toda a família o atura. Dezenas –

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As Sessões

Histórias de vida ligadas a paraplegia ou tetraplegia são quase sempre emocionantes no cinema. Os exemplos de grandes filmes incluem O Escafandro e A Borboleta e Os Intocáveis. As Sessões pode entrar neste seleto grupo, mesmo que não seja paraplegia a doença em questão. Eu coloco. É muito bom! Além de O Escafandro e de Os Intocáveis, o longa me fez lembrar de Um Sonho Possível, que rendeu o Oscar de Sandra Bullock em 2010. Achei que tem o mesmo

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Duelo de Campeões

Este é um filme para quem gosta de esportes. E olhe lá. Duelo de Campeões conta a história da saga dos Estados Unidos ao vencerem a Inglaterra na Copa do Mundo de futebol de 1950, aqui no Brasil. Não foi uma vitória comum: foi a de um time amador contra a seleção do inventor do esporte. O episódio é ótimo, e por isso merecia um filme melhor. A maioria das mulheres pode ter apenas um motivo para ver o filme:

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The Flying Man

Você já ouviu o zunzunzun sobre The Flying Man? É um curta-metragem brasileiro que chamou a atenção de Joe Quesada, diretor criativo e chefe criativo da Marvel Comics. Segundo ele, no Twitter, “palavras não podem expressar o quanto amo este filme”. A revista Piauí publicou matéria e sites começaram a pipocar elogios ao filme. Fui conferir. E é sensacional, pelo menos para quem gosta de ficção. Com nove minutos de duração, o curta começa com a cobertura de imprensa sobre

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Fuga para a Vitória

O americano Sylvester Stalone é o goleiro. O zagueiro inglês Bob Moore joga de meia, um tanto para a ponta direita. O argentino Osvaldo Ardiles ajuda na armação do time. Kazimierz Deyna, polonês, tenta fazer gol como centroavante. Um brasileiro chamado Pelé joga em todas as posições. Eles são comandados por um treinador que também joga, Michael Cane. Fuga para a Vitória mistura atores e jogadores de futebol, travestidos de atores, em uma trama sobre um time de prisioneiros aliados

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Toast – A História de Uma Criança com Fome

Toast – A História de Uma Criança com Fome é um filme britânico feito para a televisão, para a BBC. Narra a vida do escritor de gastronomia Nigel Slater. Bem… na verdade, é inspirado em sua história, pois há muitas situações deixadas de lado, a começar pela existência de duas meio-irmãs que conviveram com ele. Mas, até aí, ok. O longa é a prova de que qualquer história, com um bom roteiro, pode ser contada em um filme. Aficionado por

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Polissia

Conheci este filme por causa do blog 50 Anos de Filmes, que o Sérgio Vaz mantém (se você não conhece, corre lá – precisa ser acompanhado por quem gosta de cinema). Sua dica sobre Polissia traz adjetivos como “extraordinariamente bem realizado… duro, pesado, amargo, desconcertante, apavorante”. Obrigatório assistir, pensei eu. E é mesmo. O longa traz um tema que não é novo no cinema, e sempre provoca aflição (além de ótimos filmes): pedofilia. Mas desta vez não se foca no

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Entre o Amor e a Paixão

De vez em quando – muito de vez em quando – aparece um título nacional decente para filme estrangeiro. Entre o Amor e a Paixão é um ótimo exemplo disso. O original Take This Waltz nada quer dizer. Mas a versão para português resume bem o que o filme passa. Margot visita a pequena cidade de Louisbourg, no Canadá, para escrever um folheto turístico sobre o local. Ao assistir a uma reencenação histórica que mostrava um adúltero sendo humilhado publicamente,