Drama
Lincoln
Um homem marcado pela história, que deu fim à escravidão nos Estados Unidos em meio a uma guerra civil. Uma aposta no diálogo, na negociação, na política, para com um tiro só acertar em dois alvos. Lincoln é um baita filme do gênio Steven Spielberg sobre o ex-presidente norte-americano Abraham Lincoln. Spielberg dispensa apresentações. Mais uma vez mostra como fazer cinema de qualidade. Desta vez ele aposta nas atuações. Daniel Day-Lewis assombra como o personagem-título, lembrando ao espectador porque já
Invencível
A história de Vince Papale é incrível. Fã de futebol americano, aos 30 anos de idade ele teve a chance de entrar para o Philadelphia Eagles, seu time de coração, em uma peneira organizada pelo novo treinador. Foi à seleção só por desencargo de consciência, após insistência dos amigos. E passou! Melhor: ainda teve toda essa saga registrada por Holywood, no filme Invencível, da Disney. O longa é padrão da companhia de Mickey e Pato Donald: há o esforço pessoal,
Orgulho e Preconceito – 1995
O clássico da literatura inglesa Orgulho e Preconceito, escrito por Jane Austen e publicado em 1813, foi votado o número um entre os livros indispensáveis para os britânicos, à frente de O Senhor dos Anéis, de J.R.R. Tolkien, e Jane Eyre, de Charlotte Bronte. A votação pela internet teve a participação de cerca de 2.000 leitores. O resultado está lá no site da emissora de televisão BBC. Esta mesma BBC que adaptou Orgulho e Preconceito para uma minissérie com cerca
Hitchcock
Adorei Hitchcock, o filme. Não sou fã do diretor Alfred Hitchcock – simplesmente por que conheço pouco de sua obra. E talvez por isso não tenha me prendido à fidedignidade do filme. Essa é a grande crítica que os especialistas fizeram, alegando que o longa tem partes inventadas em meio a cenas baseadas em fatos reais. Não tinha como identificar isso. Mas gostei bastante do que o diretor Sacha Gervasi (roteirista de O Terminal e do péssimo A Ocasião Faz
A Datilógrafa
Resolvi assistir ao filme A Datilógrafa por causa das críticas positivas. Todo mundo escrevendo maravilhas sobre o longa francês. Mas aqui neste blog a gente pode não entender, mas comenta. E achei uma “bomba”. A personagem central chama-se Rose Pamphyle. Ela é o Rocky Balboa das máquinas de escrever. Como o boxeador, tem até um talento nato, mas se supera por causa do esforço e do treino. Também como o Garanhão Italiano, sempre começa perdendo, mas na hora da decisão
Bem Vindo à Vida
Após a morte do pai, Sam recebe a incumbência de entregar parte da herança para Frankie, uma meio-irmã que ele não conhecia. Ao iniciar o contato com ela, sem revelar o parentesco, ele acaba aprendendo que precisa mudar de vida, incluindo as relações com a mãe e com a namorada. Esta é a sinopse de Bem Vindo à Vida. Mas por que diabos este cara não conta pra moça que ela é sua irmã?!?!?! O erro do roteiro já começa
A Chave de Sarah
Entre sete mil e treze mil pessoas – judeus franceses – arrancados de suas residências e jogados no velódromo de Paris. Segunda Guerra Mundial. A França colabora com a Alemanha nazista. O episódio já resultou em um filme muito bom, Amor e Ódio, com Jean Reno. Agora volta com A Chave de Sarah. É um bom filme, mas peca por criar uma história que confunde passado e presente. Norte-americana radicada em Paris, a jornalista Julia Jarmond (Kristin Scott Thomas) começa
Somos Tão Jovens
Não sou fã da Legião Urbana. Nem nunca cultuei Renato Russo. Mas também não sou bobo de pensar que ambos não tenham marcado a música brasileira. Somos Tão Jovens conta a história de Renato, da formação do Aborto Elétrico, sua banda inicial, e chega ao sucesso da Legião. É um filme bem legal, seja ou não fã. A produção aborda os primeiros contatos de Renato com o punk e a construção do Aborto Elétrico. Ainda adolescente, ele passa a crescer
Festa de Família
Festa de Família é do mesmo diretor e roteirista do estupendo A Caça, o dinamarquês Thomas Vinterberg. O segundo é o motivo de eu assistir ao primeiro. Não há dúvida de que o cara é fora de série! De início, uma família feliz. Pai comemorando 60 anos de idade com uma festona, ao lado da esposa e dos três filhos vivos (uma filha morreu há pouco tempo). Um deles é meio tresloucado, mas toda a família o atura. Dezenas –
As Sessões
Histórias de vida ligadas a paraplegia ou tetraplegia são quase sempre emocionantes no cinema. Os exemplos de grandes filmes incluem O Escafandro e A Borboleta e Os Intocáveis. As Sessões pode entrar neste seleto grupo, mesmo que não seja paraplegia a doença em questão. Eu coloco. É muito bom! Além de O Escafandro e de Os Intocáveis, o longa me fez lembrar de Um Sonho Possível, que rendeu o Oscar de Sandra Bullock em 2010. Achei que tem o mesmo

