Drama
Medo da Verdade
Estreia de Ben Affleck como diretor. Um belo começo. Medo da Verdade é filme de primeira, uma daquelas tramas de suspense que deixam para o fim todo o segredo. A história se passa em um bairro operário de Boston e é centrada no desaparecimento de Amanda McCready, de 4 anos, vivida pela atriz-mirim Madeline O’Brien. Mostra o esforço de dois detetives, Angela Gennaro (Michelle Monaghan) e Patrick Kenzie (o irmão caçula do diretor, Casey Affleck), para encontrar a menina desaparecida,
Estão Todos Bem
Estão Todos Bem é daqueles filmes que somente se tornam bons devido à atuação do protagonista. É focado em um personagem, em sua história, em seu dia a dia. Se o ator for mal, o filme vai para o lixo. Sorte nossa que o escolhido foi Robert De Niro. No roteiro escrito pelo próprio diretor, Kirk Jones, baseado no filme italiano Estamos Todos Bem (1990), de Giuseppe Tornatore (Cinema Paradiso), Frank Goode (De Niro) sempre trabalhou em uma fábrica de
A Morte e Vida de Charlie
“Um bando de jornalistas que nada sabem de cinema, mas não confiam nos críticos”. Está aí em cima a definição deste blog: não, não confiamos nos críticos. Ainda bem! Nesta sexta-feira, 14 de janeiro, li na Folha de S. Paulo que A Morte e Vida de Charlie é “ruim”. Balela! O filme não é o maior espetáculo da Terra, mas é bom, e a atuação do High School Musical Zac Efron não é catastrófica, como também afirma o jornal. Efron
Casa Comigo?
Amy Adams tem personagens no cinema que já podem ser considerados marcantes: Julie Powel, que deseja ser tão boa quanto sua quase homônima em Julie & Julia (indicada ao Oscar), e a irmã James, no ótimo Dúvida. Tem também participações coadjuvantes em obras muito boas, como a assistente de Charlie Wilson em Jogos de Poder e a tonta que se apaixona pelo protagonista em Prenda-Me Se For Capaz. Mas ainda tem personagens que literalmente entram para o esquecimento, em filmes
Coisas Que Você Pode Dizer Só De Olhar Para Ela
Filmes com títulos compridos tendem a ter pouco conteúdo (ex: Príncipe da Pérsia- As Areias do Tempo; Eu Sei O Que Aconteceu no Verão Passado). Mas esse não é assim. A história de cinco mulheres em situações diferentes se cruzam em algum momento. A detetive Kathy, que está investigando o caso de suicídio de uma antiga conhecida; Rose, que está encantanda com seu vizinho anão; Elaine, uma médica esperando por um telefonema; Rebecca, que descobre estar grávida depois dos 40;
Olhos Azuis – Um Duelo na Fronteira
Filme brasileiro com atores americanos, argentinos e, claro, brasileiros, interpretando, além de pessoas destas nacionalidades, cubanos, hondurenhos e descendentes de mexicanos e irlandeses. Todos fechados em uma pequena sala da imigração em um aeroporto nos Estados Unidos. Olhos Azuis – Um Duelo na Fronteira, essa Torre de Babel cinematográfica, funciona e mostra que é possível fazer um thriller-denúncia brasuca. São duas histórias paralelas, muito bem montadas. A primeira é sobre o último dia de trabalho de Marshal (David Rasche, de
Lembranças
Eu acho que o filme foi feito para Robert Pattinson e não ele que foi escalado para atuar. O papel é a cara dele: Tyler Roth, rapaz sujinho, revoltado com a vida e com os pais, especialmente com o pai (Pierce Brosnan), que o trata com desdém e só pensa em negócios. A família ainda não superou a perda do filho mais velho, Michael, que se suicidou. Tyler culpa o pai. Enquanto isso, ele não sente muita vontade de viver,
Um Lugar Qualquer
Não sei se foi a expectativa para ver o novo da Sofia Coppola, já que Lost in Translation é um dos meus filmes preferidos, mas não gostei muito de Um Lugar Qualquer. A história é sobre um ator galã norte-americano chamado Johnny Marco, que descobre ter uma vida vazia após passar um período com sua filha Cleo, de onze anos. Ele tem mulheres a vontade, e várias mordomias, mas só percebe que não tem nada ao conviver com a filha.
O Franco-Atirador
Um dos melhores filmes que vi. Um pouco longo, mas você não percebe passar. O Franco-Atirador (The Deer Hunter) é de 1978. Tres amigos que trabalham numa metalúrgica numa cidadezinha de imigração russa nos EUA vão para o Vietnã. Antes de partir, um deles se casa. Todas as cenas são lindamente filmadas. O filme explora as consequencias morais e mentais da violência da guerra. Mas não é um filme chato. Você simpatiza com os amigos, interpretados por Robert De Niro,
Quando Me Apaixono
Quando Me Apaixono é um filme que dá aquela sensação de faltar algo. A história é bacana e os atores são bons, mas falta aquele “arrebatamento”. Tem tudo para ser marcante, mas não é. Professora de Nova York (Helen Hunt) entra em crise quando, em uma rápida sucessão de acontecimentos, seu marido (Matthew Broderick – o mestre Ferris Bueller) a deixa. Ela logo se apaixona pelo pai de um de seus alunos (Colin Firth, sempre ótimo, o melhor do filme).

