Ficção
Star Wars – Episódio VII – O Despertar da Força
Difícil escrever sobre uma série tão adorada, talvez a mais idolatrada do cinema em todos os tempos. Star Wars – O Despertar da Força é o sétimo de uma sequência iniciada em 1977, ainda como Guerra nas Estrelas aqui no Brasil, e que tantos milhões de fãs arrebatou em quase 4 décadas. Para (tentar) não escrever besteira, resolvi assistir a todos no esquema maratona. Segui a ordem de lançamento, com o episódio IV primeiro. E aqui estou eu, escrevendo sobre
Transcendence – A Revolução
Transcendence – A Revolução nasce de uma ideia instigante, ainda que já utilizada em Holywood: inteligência artificial. Mas há um ponto inédito. Será possível algum dia transferir a consciência humana para uma máquina? No filme, sim. E entram em debate todos os pontos positivos e negativos desta “realidade”. Com um time de estrelas – Johnny Depp, Morgan Freeman, Paul Bettany, Kate Mara, Rebecca Hall e Cillian Murphy – o longa vai muito bem na primeira metade. Will, um cientista especializado
Contatos Imediatos de Terceiro Grau
O assunto, ficção científica, é dos que mais gosto. Mas há anos enrolava para assistir a Contatos Imediatos de Terceiro Grau. Neste fim de semana tirei da “lista de pendências”. De 1978, o filme hoje em dia é datado. E já foi superado por muitos outros com o mesmo tema. Em uma pequena cidade americana vive Roy Neary (Richard Dreyfuss), um chefe de família que dá sorte, ou azar, de presenciar a chegada de alienígenas. Ele e outros da mesma
Perdido em Marte
Assisti a Perdido em Marte após ler o livro homônimo, de Andy Weir. É bom, o livro, mas não achei a última maravilha da Terra, como muitos. Seu grande diferencial é ter um protagonista otimista, que, mesmo abandonado em Marte, sem perspectiva de resgate, jamais perde o bom humor. O filme é também assim, e aí, junto a imagens deslumbrantes, está o que cativa o espectador. Já li críticos escrevendo que uma história dramática como esta não pode ter humor.
O Doador de Memórias
O Doador de Memórias é um filme adolescente. Mais um dos tantos nos cinemas ao redor do mundo. Mas, diferentemente da maioria, que subestima os mais novos, é inteligente. Não chega a se aprofundar sobre algum tema, mas dá boas pinceladas em totalitarismo, violência, repressão e segregação. Isso já o torna interessante. Em um mundo futurista com pessoas que nascem com um propósito (aviador, enfermeiro, babá etc), ninguém se lembra de como era a vida livre. Na verdade, ninguém chega
Os Vingadores – Era de Ultron
Os Vingadores – Era de Ultron é muito bom, que fique claro. Mas não como seu antecessor, Os Vingadores. A comparação deve ser injusta, já que o primeiro pode ser considerado um marco nos filmes sobre super-heróis, ação, aventura…porém, é inevitável. Neste segundo capítulo da saga que junta Capitão América, Homem de Ferro, Hulk, Thor, Viúva Negra e Gavião Arqueiro o inimigo, como indica o título, é o tal Ultron, um androide com inteligência artificial criado pela dupla Tony Stark
A Série Divergente: Insurgente
Fui ao cinema assistir a Insurgente, a continuação de Divergente, filme adolescente… vem rimar com a gente. Não… bem… vamos lá. Que decepção com o filme! O segundo é bem pior que o primeiro, que já não foi grande coisa. Com três roteiristas para adaptar o segundo livro da trilogia literária de Veronica Roth – Brian Duffield, Akiva Goldsman e Mark Bomback -, o filme permanece em estado de rascunho. Não anda. Apostando no romance, mostra na tela um clichê
Malévola
Em 2010 a Disney resolveu destituir Malévola, até então uma das mais malvadas e poderosas vilãs dos contos de fadas (com indicação disso até no nome), de seu posto. Em 2014 veio o filme. O estúdio acertou: o roteiro não decepciona e cativa. Para transformar Malévola em heroína, ou quase isso, a Disney contratou Linda Woolverton, responsável pelos roteiros de O Rei Leão, Alice no País das Maravilhas e A Bela e a Fera. Um tiro certeiro, que garantiu
R.I.P.D. – Agentes do Além
Uma brigada de policiais mortos com o objetivo de prender almas que fugiram do julgamento final e decidiram permanecer na Terra. Essa é a RIPD (Rest In Peace Department), que dá nome ao filme. Uma espécie de Homens de Preto, aventura bem feito. Nada demais, nada de menos. A ideia do longa, mesmo que já utilizada de maneiras semelhantes, é boa. Mas a história começa a se complicar em um roteiro muito fraco, que cria novidades na “regra do além”
Jornada nas Estrelas 2 – A Ira de Khan
Com a chegada de Star Trek, de J. J. Abrams, retomei a vontade de assistir a Jornada nas Estrelas, a série original de filmes com o capitão Kirk e Spock. Resolvi ir na sequência. No primeiro, de 1979, me decepcionei muito – não lembrava ser tão fraco. Mas este Jornada nas Estrelas 2 – A Ira de Khan, de 1982, aí sim, precisa ser visto. Quem gostou de Star Trek – Além da Escuridão (o segundo de J. J. Abrams)

