Drama
Reino Animal
Reino Animal retrata uma Melbourne, na Austrália, onde o crime e a polícia convivem sem se incomodar. Uma família de traficantes é dona de um pedaço da cidade. E policiais fazem vista grossa. Nesta família chega Joshua, sobrinho dos líderes, que se vê obrigado a entrar para a criminalidade. É o primeiro filme do diretor David Michôd. Não é dos piores. Mas logo dá para perceber o que a cena seguinte irá mostrar. São quatro irmãos, e se sabe até
Uma Vida Iluminada
Baseado em livro de Jonathan Safran Foer, Uma Vida Iluminada é um road movie sobre a ocasião em que o escritor – um cara um tanto estranho, que gosta de colecionar objetos sem valor financeiro – deixou os Estados Unidos e seguiu para o leste europeu atrás da pessoa que salvou seu avô dos nazistas. É, no mínimo, um filme diferente. Com Elijah Wood menino como protagonista, afinal a obra é de 2005, o longa é inteiro em cima de
Ninfomaníaca – Parte 1
Filmes que já sei não terem fim me dão preguiça… Ninfomaníaca – Parte 1, já pelo que indica o título, é assim. Mas é de Lars von Trier, que raramente erra. É mais um bom filme do “pai” de Melancolia, Anticristo, Dogville, Dançando no Escuro, Elementos de Um Crime e Europa. Menos chocante que o esperado, mas ainda assim competente. Logo no início há uma mensagem de que a versão não é a final de Von Trier, já que não
A Família
MARIANA DEL CASALLE, ENVIADA ESPECIAL À LOCADORA É possível ser um ex-mafioso? Giovanni Manzoni, vivido por Robert De Niro em A Família, nos mostra que sim. Já adianto que não é tarefa fácil! A saga da família do gângster começa depois de ele dedurar a máfia e entrar para o programa de proteção à testemunha. Com isso, eles se mudam dos Estados Unidos, passam por alguns lugares e vão parar na Normandia, em uma pacata cidade francesa. Casado com Maggie
Flores Raras
Flores Raras é um filme brasileiro. Mas é falado, quase todo, em inglês. Este foi o motivo de não ter concorrido pelo Brasil à indicação de Oscar de Filme Estrangeiro… ou melhor, Filme em Língua Estrangeira (esta a designação correta). Não fosse isso, acredito, seria barbada para representar o país. Está aí um exemplar raro, com o trocadilho do título, de filme redondo. Com boas atuações, um roteiro bem conduzido, cenários lindos e até som que se ouve (isso é
O Grande Hotel Budapeste
Wes Anderson acertou a mão. O cultuado diretor e roteirista – de Os Excêntricos Tenenbaums, Viagem a Darjeeling, O Fantastico Senhor Raposo e Moonrise Kingdom – nunca havia me arrebatado. Não que achasse seus filmes ruins – ao contrário. Mas jamais havia sido totalmente conquistado… faltava algo. Chegou a hora, com O Grande Hotel Budapeste. O longa narra a história do concierge Gustave em um famoso hotel na Europa, que dá nome ao longa. O local sobreviveu a guerras, ao
Branca de Neve
O Artista, que ganhou o Oscar de Melhor Filme em 2012, está fazendo escola. Não que Branca de Neve seja uma cópia. Longe disso, já que demorou oito anos pra sair do papel. Mas este filme espanhol é também em preto em branco, “mudo”, com uma estética antiga. E acabou sendo lançado depois do francês. Não é tão bom quanto o predecessor, porém é bem bacana. O título leva ao conto dos irmãos Grimm. Só “leva”. A história é bem
Behind the Candelabra
Behind the Candelabra não foi aceito por qualquer estúdio de Holywood. O motivo? A temática homossexual. Sorte da HBO, que bancou o projeto, dirigido por Steven Soderbergh e estrelado por Michael Douglas e Matt Damon. Baseado no livro de memórias “Behind the Candelabra: My Life with Liberace”, de Scott Thorson, o filme para televisão narra o último período da vida do pianista norte-americano Liberace. Começa em 1977, quando ele é apresentado a Scott pelo amigo em comum Bob durante uma
Pink Flamingos
Jamais havia pensado desta maneira. Para mim, um filme sempre valia ser visto, mesmo tratando-se de uma porcaria. Mas ontem mudei de opinião. Pink Flamingos é um lixo. Decidi assistir ao longa depois de ver uma lista no UOL sobre os filmes mais trash de todos os tempos. E este era o pior. Como a lista tinha Cannibal Holocaust e Monstros (o primeiro é meia boca, mas é histórico, e o segundo é muito bom), resolvi encarar. Não há sequer um
The Rocky Horror Picture Show
Qual filme ficou mais tempo em cartaz? É The Rocky Horror Picture Show. Mas a pergunta não pode ser no pretérito. O musical, hoje cult, está há 38 anos sendo exibido em sessão da meia-noite em Nova York. E a audiência traja fantasias! Resolvi assistir. É sem dúvida um dos melhores filmes que já vi. Abra a mente, esqueça a rigidez na avaliação do roteiro. O que vale neste filme trash é a diversão. Ele conta a história de um

